segunda-feira, maio 03, 2010

AUMENTA PARA 37 O NÚMERO DE ASSASSINATOS EM MOC

O cortejo fúnebre dos matadores a serviços de traficantes continua a todo vapor no frio que chegou à região nos últimos dias. Desta vez, mataram Odonias Fernandes da Silva, 36 anos, na noite de ontem, domingo, num bar da Vila Atlântida, região Oeste de Montes Claros.

Segundo a PM, dois bandidos chegaram numa moto à frente do bar, onde o passageiro atirou diversas vezes contra Odonias. Os tiros acertaram a vítima no peito. Odonias chegou a ser encaminhado para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Este foi o primeiro assassinato no mês de maio, o 37º no ano em Montes Claros.

TENTATIVA DE HOMICÍDIO NO BAIRRO SÃO JUDAS

Antes de aumentarem para 37 o número de homicídios na maior cidade do Norte de Minas, os matadores a serviço de traficantes tentaram matar um jovem de 18 anos no Bairro São Judas, região Sul de Montes Claros. Por volta das 22h de sexta-feira, 30 de abril, Pedro Henrique Fernandes Duarte, 18 anos, com sete passagens pelos meios policiais, era o alvo dos matadores, mas ele correu e conseguiu se esconder num banheiro de um bar localizado na Rua Frei Eustáquio. Pedro mora no Bairro Canelas.

Pedro Henrique contou que, ao se aproximar da Rua Frei Eustáquio, percebeu que quatro pessoas aproximaram em atitude suspeita. Um dos passageiros se aproximou armado com um revólver e correu em direção à vítima. Esta também correu e se escondeu no banheiro de um bar. O matador atirou diversas vezes contra Pedro, mas não conseguiu acertá-lo. O que chama a atenção é que, o bandido armado ignorou o fato de que no local, diversas pessoas passavam pela rua. Um dos tiros poderia acertar alguém.

A vulnerabilidade da segurança pública na maior cidade do Norte de Minas, sentida apenas pela população não é aceita pelas autoridades do assunto. Enquanto bandidos continuam armados, a população sofre com diversos roubos e assaltos e agora, sofre também com a possibilidade de morrer sem saber por quê. (Reportagem: Rubens Santana)

LORENA E RICARDINHO FORA DA SELEÇÃO DE VÔLEI


O técnico Bernardinho definiu os 19 jogadores para a seleção brasileira, que vai buscar o nono título da Liga Mundial. Na lista divulgada no site da Federação Internacional de Vôlei, nesta segunda-feira, não consta o nome do levantador Ricardinho nem do oposto Lorena, do Bonsucesso Montes Claros, maior pontuador da Superliga. O campeão olímpico Ricardinho chegou a ser pré-relacionado, assim como Lorena e João Paulo Bravo, mas não foi convocado.
Ainda nesta segunda, o ponteiro Murilo, o meio de rede Sidão, o líbero Serginho e o levantador Marlon, que foram chamados na semana passada, se apresentam no CT de Saquarema.
Ricardinho, ex-capitão da seleção, liderou a campanha do ouro olímpico em Atenas e a conquista dos Mundiais de 2002 e 2006. Entretanto, antes dos Jogos Pan-Americanos Rio-2007, o levantador do time italiano de Treviso foi cortado e não mais falou com jogadores e comissão técnica. No mês passado, quando recebeu a visita do preparador físico José Inácio Salles, ele demonstrou interesse em retomar contato e conversou com Bernardinho, que o incluiu na lista dos 22 pré-relacionados e ressaltou a reaproximação. Porém, Ricardinho continua fora da seleção brasileira.
Lorena e João Paulo Bravo também não foram chamados para a Liga Mundial, que começa no dia 28 de maio. Na lista final, Bernardinho optou pelos levantadores Bruninho, Marlon e Sandro; os centrais Éder, Lucão, Rodrigão, Sidão e Thiago Barth, os opostos Leandro Vissotto, Théo e Wallace, os ponteiros Giba, Murilo, Dante, Thiago Alves, João Paulo Tavares e Maurício; e os líberos Serginho e Mário Jr.

domingo, maio 02, 2010

ÍDOLOS DA MASSA FAZEM OS GOLS DO GALO CAMPEÃO 2010

O Ipatinga tentou, marcou forte, atacou, mas não conseguiu evitar o que parecia inevitável. Com gols de Diego Tardelli e Marques, o Atlético venceu o Tigre por 2 a 0 e conquistou o título do Campeonato Mineiro 2010.
Foi uma festa incrível da torcida atleticana, desde as primeiras horas deste domingo. O Mineirão apenas refletiu o sentimento de uma cidade. Desde a vitória sobre o Santos, na última quarta-feira, pela Copa do Brasil, o torcedor atleticano esperava o dia da decisão para soltar o grito de campeão.
Como o Galo já havia vencido a primeira partida, no Ipatingão, por 3 a 2, a vantagem era muito grande. O time alvinegro só perderia o título se perdesse por dois ou mais gols de diferença. E os atletas do Atlético não deram a menor chance ao adversário. Com um futebol consistente, a equipe venceu o Tigre com muita propriedade.
Mesmo com o título, o treinador atleticano já disse que não existe muito ambiente para festa. Afinal de contas, o próximo compromisso já é na quarta-feira, na Vila Belmiro, diante do Santos, pelas quartas de final da Copa do Brasil.
Ao Ipatinga, além da ótima posição no Campeonato Mineiro, resta a esperança de uma grande campanha na Série B do Brasileirão. O Tigre estreia no sábado, às 16h (de Brasília) em Curitiba, diante do Paraná.

EMPATE BOM PARA O GALO NA PRIMEIRA ETAPA

O técnico Vanderlei Luxemburgo, como esperado, escalou o Atlético no esquema 4-4-2. Porém, apresentou uma novidade. Júnior, poupado para a partida diante do Santos, na quarta-feira, pela Copa do Brasil, ficou no banco. Leandro foi o titular.
O Ipatinga também apresentou novidades. O técnico Gilson Kleina escalou o lateral-direito Afonso como titular. Provavelmente, a intenção era dar mais liberdade para que Luizinho buscasse o ataque.
O Tigre até que começou bem, tentando os ataques, principalmente pela ponta esquerda. Porém, rapidamente, o Galo assumiu o comando das ações e começou a levar perigo ao goleiro Douglas.
Com muita paciência, o Atlético tocava a bola de um lado para o outro, irritando o adversário. Afinal de contas, a vantagem era da equipe alvinegra. As chances, aos poucos, começaram a surgir, mas Fabiano, cara a cara com o goleiro do Ipatinga, perdeu uma chance clara de gol.
A partir daí, o time do Vale do Aço começou a marcar melhor, mas perdeu consideravelmente seu poder de ataque. Com isso, o jogo ficou disputado entre as duas intermediárias, sem que os goleiros trabalhassem. O Atlético, da mesma forma que o adversário, também fazia uma marcação muito forte sobre os atacantes do Tigre.
E, a partir da metade do primeiro tempo, o Atlético voltou a dominar o jogo. Com toques rápidos, o Galo forçava o Ipatinga a se desgastar na marcação. Diego Tardelli, mais uma vez, fazia uma partida de destaque, envolvendo os zagueiros do Tigre.
Mas o gol não saiu. Mesmo com a pressão exercida pelo Galo, o 0 a 0 foi um placar que refletiu a superioridade das defesas sobre os ataques no primeiro tempo.


PLACAR CONSTRUÍDO PELOS ÍDOLOS

O segundo tempo começou com um lance incrível perdido pelo atacante Muriqui, do Atlético. Logo aos dois minutos, Fabiano puxou um contra-ataque rapidíssimo, lançou Diego Tardelli que, de primeira, tocou para Muriqui. Sem goleiro, o atacante atleticano conseguiu perder um gol inacreditável, debaixo das traves do Ipatinga.
Com a necessidade de fazer pelo menos dois gols, o Tigre avançou um pouco mais a equipe. Com isso, o Galo teve mais espaços para contra-atacar. As chances de gols de ambos os lados cresceram consideravelmente.
O técnico do Ipatinga, Gilson Kleina, na tentativa de aumentar a força ofensiva, colocou mais um atacante em campo. Joabe, que não foi bem na partida de ida, no Ipatingão, entrou no lugar de Luizinho, que estava perdido em campo.
Mas a alteração do Tigre não deu certo. E o Atlético, aos 25 minutos, marcou o primeiro gol da decisão do Campeonato Mineiro. Muriqui chegou na ponta esquerda e fez um cruzamento perfeito para o meio da área. Diego Tardelli, como um raio, surgiu sem marcação e, com toda categoria, tocou para o fundo das redes: 1 a 0 para o Galo.
Para completar a festa, o técnico Vanderlei Luxemburgo chamou o atacante Marques. O grande ídolo da massa atleticana entrou na vaga de Muriqui, que perdeu algumas chances claras de gol. O Mineirão praticamente veio abaixo.
E para fechar a festa com chave de ouro, Marques, o maior ídolo da torcida atleticana nos últimos anos, marcou o segundo gol. Aos 42 minutos, o atacante recebeu ótimo passe de Ricardinho e, na saída de Douglas, tocou para as redes: 2 a 0. Marques, definitivamente, escreveu seu nome entre os maiores ídolos da história do Atlético.

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ÍDOLOS DO FUTEBOL LUTAM POR VAGA NO PARLAMENTO

Marques, reserva do Atlético Mineiro e candidato a deputado estadual pelo PTB.

Que time de futebol não gostaria de ter um trio de ataque formado por Marcelinho Carioca, Marques e Romário? Em 2011, eles poderão estar juntos, mas em outro piso: querem migrar dos gramados para os tapetes das Assembleias Legislativas e do Congresso Nacional. São os boleiros que vão disputar a eleição deste ano.

Filiado ao PSB desde setembro, Romário é pré-candidato a deputado federal no Rio de Janeiro. Sua adesão ao partido socialista ocorreu um mês depois do leilão de sua cobertura na Barra da Tijuca, vendida para pagar dívidas com vizinhos. Correligionários dizem que a entrada na política do ex-atacante do Vasco, do Flamengo e da Seleção Brasileira se deve a seus compromissos com a área social. A principal bandeira de campanha será a atuação de Romário na Penha, bairro pobre da Zona Norte do Rio. Ali, ele já teria atendido mais de 2 mil crianças em cursos profissionalizantes e outras atividades.

A estratégia de campanha de Romário parece estranha para os padrões do marketing político nacional. Convidado para dar uma entrevista sobre sua candidatura, ele enviou a seguinte resposta por meio de seu assessor de imprensa: “Romário não vai dar entrevista porque ele não fala de política”. Provisória ou definitiva, essa decisão tira do candidato a oportunidade de expor suas propostas, mas também pode evitar gafes. Na primeira vez em que se aventurou a falar de política como pré-candidato, Romário fez um gol contra. Era o dia de sua apresentação no PSB. Quando chegou sua vez de falar, errou o nome do próprio partido. “A partir de agora sou filiado ao PSDB”, disse.

Notório rival de Romário dentro de campo, o ex-atacante Edmundo assinou ficha de filiação ao PP. Apesar da adesão a um partido, Edmundo nega qualquer intenção de concorrer nas eleições deste ano. “A filiação foi feita a pedido do Eurico (Miranda, ex-presidente do Vasco), mas não há possibilidade de eu disputar neste ano”, diz. A desistência temporária de Edmundo de entrar na carreira política teria sido resultado de uma campanha doméstica feita por sua mulher.

Outro boleiro disposto a virar parlamentar é Marcelinho Carioca, um dos maiores ídolos da história do Corinthians, pré-candidato a deputado federal também pelo PSB. Sua inspiração é o vereador Gabriel Chalita, de São Paulo. “Quero trabalhar com educação. Admiro muito as ideias do Chalita”, diz. Marcelinho afirma que está estudando política “oito horas por dia” para não decepcionar os eleitores. “Não serei um aventureiro.” A candidatura de Marcelinho é exaltada no PSB. “É ano do centenário do Corinthians. A expectativa é que ele tenha 300 mil votos”, diz o deputado federal Márcio França, presidente do PSB em São Paulo.

Minas Gerais também tem seu candidato boleiro. Marques, um dos maiores ídolos da história do Atlético, quer disputar uma vaga de deputado estadual pelo PTB.“Pretendo retribuir tudo o que Belo Horizonte me deu. A política não é uma obsessão. É um compromisso meu para melhorar a vida do povo mineiro.” Marques amarga o banco de reservas desde a volta ao Atlético, no começo de 2009, e deseja encerrar a carreira no fim do ano. Assim como os colegas, ele repete o clássico discurso de defesa das criancinhas. “Quero tirar a meninada da rua. Estou cansado de ver político guardando o dinheiro do povo no sapato.” Instado a falar de temas como as reformas política ou tributária, Marques exibiu suas habilidades de driblador: “Eu sou a favor do mais carente. Se é bom para o mais carente, eu sou a favor”. Os fundamentos do futebol, às vezes, também podem ser aplicados na política. (Reportagem: Leopoldo Mateus)

MULHER LEVA CÓPIA GIGANTE DO MARIDO PARA O ENTERRO

Uma viúva inovou e levou ao enterro do marido, em Cheshire (Inglaterra), uma cópia - um display de papelão, como aqueles vistos em banca de jornais - do falecido.

Paul Challis morreu de câncer aos 38 anos, apenas duas semanas após o diagnóstico.
A esposa, Maria, de 36 anos, e os dois filhos – Jack, 7, e Molly, 9 - ficaram tão arrasados com a perda que resolveram criar uma cópia para que Paul nunca fosse esquecido e ainda participasse da vida deles.
Depois do enterro, a imagem de Paul em tamanho natural passou a ser vista dentro da casa dos Challis, como se ele ainda estivesse vivo. 'Paul' foi até ao casamento dos melhores amigos deles. Mas não comeu nem bebeu nada na festa, e não largou sua inseparável garrafa de champanhe.




ANTES DE BEBER E DIRIGIR... DÊ UMA OLHADA NESTE VÍDEO

Uma das maiores empresas de marketing do mundo resolveu passar uma mensagem para todos, através de um vídeo criado pela TAC - Transport Accident Commission - e que teve um efeito drástico na Inglaterra.
Calcula-se que, depois dessa mensagem, quase a metade dos motoristas da Inglaterra deixou de usar drogas e se alcoolizar antes de dirigir, pelo menos nas datas comemorativas

Infelizmente, não se tem esse tipo de iniciativa no Brasil. Veja o documentário e faça seu comentário no rodapé desta postagem.

UM BOM DOMINGO PARA TODOS OS PROVINCIAMANÍACOS

sábado, maio 01, 2010

500 PESSOAS NUAS POSAM EM SESSÃO PÚBLICA DE FOTOS

Cerca de 500 pessoas tiraram a roupa neste sábado em Manchester e em Salford para uma sessão pública de fotos que marca os dez anos galeria Lowry.

Os primeiros 500 voluntários posaram neste sábado. Sessão continua amanhã.

O fotógrafo americano Spencer Tunick quer captar os movimentos dos indivíduos em seu dia-a-dia. O trabalho irá continuar no domingo e deve reunir ao todo mil voluntários.

O fotógrafo americano Spencer Tunick quer captar os movimentos dos indivíduos em seu dia-a-dia.

A mostra será exposta a partir de junho no Everyday People (Pessoas no dia-a-dia, em português).

No último trabalho, fotógrafo reuniu cinco mil pessoas nuas nos degraus da Ópera de Sydney, na Austrália.

Tunick já fotografou pelados em diversos projetos e países. O mais recente, no mês passado, foi uma foto conjunta de cinco mil pessoas nuas nos degraus da Ópera de Sydney, na Austrália.

TÉCNICO: - PERDI NOITES DE SONO PENSANDO EM LORENA

Marcos Pacheco disputou a décima final na história da Superliga. E pela sétima vez o treinador subiu no lugar mais alto do pódio. No entanto, desta vez, Marcos Pacheco admitiu que perdeu inúmeras noites de sono pensando em como a equipe catarinense poderia marcar o oposto Lorena, do Bonsucesso/Montes Claros.
"Montes Claros tem uma equipe muito forte, com um oposto que marca muitos pontos e que desequilibra qualquer partida. Confesso que perdi inúmeras noites de sono pensando em como a Cimed poderia marcar o jogo do Lorena. Estudamos muito o adversário. E, nessa decisão, nossa equipe foi muito obediente técnica e taticamente.
Os jogadores seguiram à risca o que combinamos", destacou Pacheco.
Pacheco lembrou que outro ponto que favoreceu a vitória diante do estreante Bonsucesso/Montes Claros foi a equipe catarinense já ter vivido uma situação parecida com a da equipe do Norte de Minas.
"Tudo isso que o time de Montes Claros viveu nós também havíamos vivido na nossa primeira temporada, quando também chegamos à final. Sabíamos como era essa motivação e essa vontade de ser campeão logo na estreia. Por isso, estudamos muito todos os aspectos táticos e também os psicológicos", avaliou Pacheco.
Para Pacheco, o momento agora é de comemorar. "Cada vitória tem um sabor especial. Cada final é uma final. E essa não foi diferente. O sabor da vitória é maravilhoso e diferente a cada temporada. Agora, vamos festejar", disse.
O objetivo da Cimed/Malwee é tentar manter o grupo para a próxima temporada. "Em time que está ganhando não se mexe. Sei que será difícil continuar com o mesmo grupo por mais um temporada. Nossos atletas sofreram muito com o assédio dos outros times já no meio da fase classificatória. Queremos que todos continuem. Se não conseguirmos, tentaremos estruturar a equipe novamente", afirmou Pacheco.

LEIA OS DETALHES DA CONQUISTA DO TETRA PELO FLORIPA

Conforme A Província noticiou em primeiríssima mão, o Cimed Malwee sagrou-se tetracampeão brasileiro de vôlei ao derrotar o Bonsucesso Montes Claros, na manhã de hoje, por 3 sets a 0, no ginásio do Ibirapuera. Uma vitória irretocável que mostrou a garra e a competência dos meninos de Floripa, seis deles integrantes da seleção brasileira.

Eles foram de Santa Catarina a São Paulo carregando o peso de defender o tricampeonato diante de um embalado estreante. Em uma quadra supostamente neutra, depararam-se com uma barulhenta torcida adversária, que tinha vindo de longe para tentar derrubá-los. Mas, depois de 2h37m de partida, são eles que vão poder arrumar as malas com um troféu a mais. Uma taça que os coloca no topo da lista dos maiores vencedores do país. O Florianópolis é, agora, ao lado do Minas, tetracampeão da Superliga masculina. O título veio neste sábado, depois de uma vitória sobre o Montes Claros, no ginásio do Ibirapuera, por 3 sets a 0, parciais de 25/22, 25/20 e 31/29.

No início da temporada, na mineira Montes Claros, a conquista do título da Superliga, por vezes, pareceu depender de um milagre. Mas, para um time que conta com o apoio até de um padre da cidade (veja reportagem abaixo), transformar o sonho em troféu poderia ser apenas uma questão de tempo. Os jogadores tentavam repetir a façanha dos adversários de Santa Catarina, que, em 2005, então estreantes, derrubaram o todo-poderoso Minas. De lá para cá, o Florianópolis foi a todas as finais. Neste sábado, assim como o Minas, tornou-se também o único clube a levar três títulos consecutivos.

- A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi o trabalho que nós fizemos. Esse título veio coroar tudo o que fizemos durante a temporada - disse Thiago Alves.

O técnico Talmo de Oliveira escondeu o jogo, ou melhor, a escalação do Montes Claros, até quando pôde. Nas arquibancadas, faixas de apoio a Lorena, astro do time mineiro e maior pontuador da competição.

Em quadra, com Diogo, a equipe marcou o primeiro ponto da partida. Quando Rodriguinho salvou uma bola com o pé e, depois de um longo rali, o Montes Claros abriu 6 a 3 em um bloqueio duplo, a torcida percebeu que o sonho era, sim, possível.

O Florianópolis acordou com Thiago Alves, que, em dois ataques seguidos, botou o time em vantagem pela primeira vez (10 a 9). Lucão sentiu o tornozelo esquerdo e acabou deixando a quadra por alguns minutos. Ainda assim, a equipe conseguiu manter a calma. Do outro lado, Lorena chamava a responsabilidade.
- Joga em mim – falava ao levantador Rodriguinho.

O placar estava 23 a 19 para o Florianópolis quando Lorena explorou o bloqueio e diminuiu a diferença. Mas, com um ataque na rede, cedeu o set point para os rivais. Talmo de Oliveira reuniu o time, e, na volta, Piá salvou o primeiro set point. Em seguida, um ataque para fora irritou a comissão do Florianópolis, e foi a vez de Marcos Pacheco parar o jogo. Piá, porém, sacou na rede: 25 a 22.

No início do segundo set, Lucão, com um ace, abriu 4 a 0. Lorena marcou o primeiro ponto do Montes Claros, e Bruninho reclamou com o árbitro. Mas o levantador manteve a calma. E, enquanto os mineiros apostavam basicamente em Lorena, o time catarinense mesclava mais as jogadas e convertia praticamente todos os contra-ataques.

Paciência parecia ser a palavra-chave. Como no momento em que, após 26 segundos de rali, Thiago Alves marcou o 15º ponto e chamou a torcida catarinense, até então discreta, para o jogo. O Montes Claros encostou (15 a 14), e Pacheco tentou, como pôde, acalmar os jogadores.

Lorena tentava manter o time na briga, porém via os rivais se distanciarem no placar. Bob marcou o 24º ponto, mas Diogo salvou (24 a 20). Com o semblante tenso, Bernardinho, pai de Bruninho, assistia a tudo das arquibancadas. E só relaxou um pouco quando Thiago Alves fechou a segunda parcial - 25 a 20.

Bastava um set para o tetracampeonato. Para o time e a cidade de Montes Claros, era a última chance para reagir e sonhar com o inédito título. Lorena, melhor sacador da competição, até então estava zerado no fundamento. O time, assim como ele, pecava nos saques. Éder deu o troco: fez um ace e empatou em 5 a 5. Renato, com um bloqueio em Lorena, deixou o time em vantagem antes do primeiro tempo técnico.

O Montes Claros também deixava a desejar nas bolas de meio. A fervorosa torcida, no entanto, continuava acreditando, e gritava sem parar o nome de Lorena. Piá, com um ace, pôs o time na frente (15 a 14). Diogo, com um ataque na diagonal, abriu dois pontos (18 a 16). Mas eles, sozinhos, não foram suficientes para conseguir parar o Florianópolis. Não conseguiram evitar a festa de Bruninho, Lucão, Thiago Alves & cia.

Lorena salvou um match point, mas, em um erro de saque, deu outro ponto decisivo aos rivais. Para sorte dele, Éder sacou para fora. Renato botou o time de novo em vantagem, e Ezinho salvou. Renato apareceu de novo, e Ezinho, de novo, salvou. Lorena encheu a mão, e seu time teve seu primeiro match point. Bob esfriou a torcida mineira. Num bloqueio de Éder, o Florianópolis recuperou a vantagem. Bob, enfim, marcou o ponto do tetra. (Reportagem: G1)

COMO UM TIME DE VÔLEI MUDOU A ROTINA DE UMA CIDADE

Por muito tempo eles viveram de paixão emprestada. Montes Claros virou uma extensão de Belo Horizonte. Cruzeiro e Atlético eram a referência esportiva mais forte, numa terra que gosta de futebol, mas nunca teve uma equipe na elite. O Formigão, como é conhecido o time da Funorte, luta na Segunda Divisão e ainda não consegue encher o campo do Cassimiro. Seu Paulo Rocha, taxista de 46 anos, foi um dos que perderam o costume de frequentar o local. Há 10 anos, o passatempo prefirido passou a ser o mesmo de praticamente toda a cidade: sentar e "beber umas" num barzinho da famosa Avenida Sanitária, como gosta de dizer. O que ele não poderia esperar era uma nova mudança de hábito, trazida por um grupo de homens altos que jogavam um esporte que troca os pés pelas mãos. A recepção foi com olhares de desconfiança. Impressão que demorou pouco para ser desfeita e acabou se transformando em orgulho, febre.

- Lembro que, quando o time chegou, todo mundo achava que aquele povo era estrela, que não ia dar moral para ninguém. Mas eles são cativantes e hoje não conseguimos mais viver sem. Eu, minhas primas, amigos acampanhamos praticamente todas as partidas deles aqui e até viajar atrás, nós viajamos. Levo meu marido junto para não ter problema. Por causa deles, não fui à missa de formatura da minha amiga e ela me perdoou. Também não fui ao aniversário do meu avô. Fiz um cartaz desejando feliz aniversário que foi mostrado durante a transmissão da TV. Ir ao ginásio virou programa de família - sorri a professora de inglês, Lenine Andrade.

Padre Honório teve participação importante na trajetória do técnico Talmo num momento decisivo.

Mais que isso. Virou programa obrigatório, seguido religiosamente. Todo e qualquer compromisso ou evento só pode ser marcado para depois dos jogos se quiser ser bem sucedido. Até mesmo um páraco da Catedral Metropolitana se rendeu ao fato. Brincou com um padre, que fingia torcer contra o time de Montes Claros, que não adiantava marcar reuniões para os dias de confronto porque ninguém iria mesmo.

O que poderia parecer exagero começou a ser compreendido por um dos poucos que ainda não tinham contato com algum integrante da equipe. Vigário da Catedral, padre Honório só se limitava a ouvir, da janela de casa, o barulho vindo do ginásio Tancredo Neves, com capacidade para cerca de 8.600 pessoas. Só chegava perto dele, quando ia, de carro, buscar a irmã. Até que um dia, se deparou com um homem alto, sentado sozinho durante uma missa. Se aproximou dele, perguntou quem era, lhe passou a mão na cabeça e falou as palavras que Talmo precisava ouvir.
- Ele me disse que era técnico de vôlei. Falei que tivesse coragem. Que quando alguém lhe jogasse uma pedra, era para pegá-la para construir algo novo. Depois dali, ele me deu ingressos para ver uma partida. Quando morava no Rio, eu já tinha ido ao Maracanã ver Flamengo e Vasco e falei que não iria vê-los jogar porque não dou conta, é muita aflição. Acabei indo. Sentei na tribuna e foi um desespero. O Cruzeiro tinha 2 a 0 e estava quase eliminando Montes Claros da competição. Não queria ficar com a fama de pé frio e comecei a pedir muito a Deus.
Deu certo. Talmo também pediu. Passar por aquele adversário significava muito para quem havia sido dispensado no início da temporada. Queria entrar na série livre de sentimentos que pudessem prejudicá-lo no comando do time. Saiu do hotel onde mora, andou 200m até a igreja e procurou padre Honório.

- Fui me confessar. Eu não tinha mágoa, mas não queria que nada parecido, que nenhuma coisa pudesse me prejudicar. Queria acabar com tudo ali e colocar um ponto final naquela história. O coração ficou livre e vi que o que estava vivendo era um presente de Deus. Reacendi a minha fé. Voltei com mais força - disse o treinador.

Talmo com Ayrton (centro) e os funcionários.

Com mais força e empenhado em não decepcionar torcedores que já dormiram até mesmo na fila para poder conseguir ingressos. Contra o Cruzeiro, quem não conseguiu entrar teve de procurar um lugarzinho em frente a um dos cinco telões que foram espalhados pela cidade. Cada um deles, com cerca de 4.000 pessoas torcendo de olhos vidrados. Ayrton Trevisan, um paulista radicado há 20 anos em Montes Claros, cansou de acompanhar a movimentação no entorno. Vigia do ginásio, ele lembra os tempos em que o local era pouco utilizado, o acesso era em ruas de terra com brita, e frequentado por mendigos e drogados.
- Hoje a emoção aqui é como se fosse num estádio de futebol em dia de clássico. Eu já conhecia alguns dos jogadores pela TV, quando ainda nem tinham vindo para cá. Mas para muitos o vôlei é novidade. Tenho a camisa autografada por todo o time que dei para o meu neto, fotos e até um calção. Eles nos tratam muito bem. São pessoas simples que mudaram a rotina de todos.


O taxista Paulo Rocha mostra foto que guarda no celular de um amigo com Lorena.

BONECOS DO LORENA?

Aos 54 anos, o homem que já trabalhou como frentista, balconista, mascateiro, feirante, vendedor e até como um dos seguranças de Lula, então candidato à presidência nas eleições de 1989, acabou ganhando o carinho de Talmo, que soube de seu desejo de ir fazer uma visita a São Paulo e resolveu colaborar. Mesmo sem ter condições para financiar a ida até a terra natal, ele agradeceu ajuda, mas resolveu não aceitar. Prefere falar de Lorena.
- Acho que se fossem feitos bonecos dele ia vender mais de 4.000 mil facilmente.
O oposto, mais querido jogador do elenco, é garantia de boas vendas. A camisa de número 6 é a de maior saída. Ao menos no shopping popular, que vende "réplicas", como diz Daniel Caires, a preço bem mais em conta do que as lojas oficiais. Durante 15 minutos em seu boxe, quatro pessoas se mostraram interessadas na compra de uma.
- As mais procuradas aqui sempre foram as de futebol, do Brasil e da Argentina. Mas o time de vôlei mudou isso. Vendo de oito a 10 por dia. No dia da semifinal todas as 66 foram compradas. acho que a final deveria ter mais jogos para poder fazer uns aqui. Está sendo boa a presença deles aqui para ajudar na manutenção de várias famílias.

Anna Júlia, uma das Rodriguetes, faz carinho em Rodriguinho, seu jogador mais querido.

E para alimentar novos sonhos também. A proximidade com os ídolos fez despertar o interesse de crianças entre 7 e 14 anos, moradoras de áreas carentes, por aquele esporte do qual sabiam muito pouco. Aos poucos, após uma sequência de vitórias, a procura pelo projeto Viva Vôlei aumentou. Nos seis núcleos já há mais de 600 inscritas. Algumas delas experimentam a novidade com pés descalços. Usam diariamente sandálias ou chinelos. Ainda não têm dinheiro para comprar um tênis. Aos 12 anos, Talia Daiane dos Santos é a líder de uma turma de meninas competitivas e muito falantes. É apontada pelo professor Eduardo Maia como dona de boa habilidade.
- Eu não sabia muito como era esse jogo. Minha amiga me chamou e eu vim. Aprendi aqui. Acho que isso é uma possibilidade para que a gente possa pensar numa carreira. Imagina eu jogando com o Lorena?! - sonha a menina que mora com avó, já que a mãe trabalha como diarista longe do bairro.
Ela é logo repreendida pela tagarela Amanda, que não se conforma com o fato de Lorena ter "nome" de mulher". Que exige a presença dele na quadra nos fundos da escola municipal onde treinam. Que explica com todas as letras para a amiga que "não existe time de vôlei para mulher, ô". Se surpreendeu ao saber que tinha.
Embora só tenham ido uma vez ao ginásio ver um jogo da equipe, as meninas guardaram boa impressão e prometem torcida forte. E vão engrossar o coro no canto de uma das torcidas, conhecida por usar perucas e cantar dois refrões. Para os bons momentos: "Ih, ih, ih, é a força do pequí". Para os maus, falam que o time não come a fruta da terra.

Meninas de projeto sonham com futuro melhor.

VAGA NO ÔNIBUS

O carreteiro Elton Abreu, que na juventude sonhava ser jogador de vôlei, vai poder acompanhar tudo de perto. Foi convidado e conseguiu lugar em um dos ônibus que vão sair da cidade, enfrentar 1.000km de estrada até o Ibirapuera, palco da decisão. Durante toda a semana agências de viagem fizeram pacotes para os interessados em apoiar o time. Uma empresa de ônibus colocou anúncio na TV. Um voo foi fretado para levar patrocinadores e autoridades.
- Passei um tempo desempregado e ir ao ginásio passou a ser uma terapia. Não perdi um jogo. Agora que estou trabalhando, falei a verdade para o meu patrão e ele me liberou para ir a São Paulo. Quero ver a equipe conquistar o título, mas onde já chegou está ótimo. Há mais de 20 anos Montes Claros não aparecia no noticiário em pleno horário nobre. Lorena foi um grande cara, ele acendeu o pavio. Vai ser uma tristeza se realmente ele for embora como andam dizendo aqui pelas ruas. Mas já pensou o Giba ou o Bruninho, jogadores de seleção vindo para cá?


Avenida Sanitária é ponto de encontro no Centro.

Quem não for vai se juntar à multidão na Avenida Sanitária. A mesma que foi tomada por carros e milhares de pessoas quando o time bateu o Cruzeiro. A mesma onde se encontra a pizzaria de Maísa Narciso e Francisco Júnior, que se tornou o quartel general do elenco e o divã de muitos deles. Há quem já sinta saudade da nova rotina. As pequenas Luiza Pacheco, de 4 anos, e Anna Julia, de apenas 2, conhecidas como as Rodriguetes e integrantes do fã-clube do levantador perguntam para as mães quando vai ter uma partida novamente. Diante da resposta, o choro tem sido inevitável.

Para ela e muitos outros. Mas hoje, ao contrário de outros tempos, além de mostrarem orgulho ao dizer que a cidade do Norte de Minas tem as mulheres mais bonitas do estado, que é conhecida por sua indústria têxtil, pela fabricação de insulina e leite condensado, e que tem como personalidades ilustres o antropólogo Darcy Ribeiro e o jogador de futebol Bentinho, os moradores de Montes Claros também podem dizer que têm um talentoso time de vôlei para chamar de seu. (Reportagem: Danielle Rocha/G1)

CIMED FLORIANÓPOLIS VENCE MOC E É CAMPEÃ NACIONAL

Em um jogo tenso que acaba de ser encerrado – 11h07 – no ginásio Ibirapuera, em São Paulo, o Cimed/Malwee, de Florianópolis-SC, sagrou-se campeão da Superliga nacional de vôlei 2009/10 ao vencer o Bonsucesso Montes Claros por 3x0, parciais de 25x22, 25x20 e 31x29. Mais detalhes nas próximas horas, aqui n’A Província, onde a notícia chega primeiro.

ESTE HOMEM DIZ QUE FOI NAMORADO DE MICHAEL JACKSON

Um executivo de uma companhia médica disse hoje, em entrevista ao canal de TV Extra, que foi namorado de Michael Jackson durante os últimos meses de vida do cantor.

Jason Pfeiffer afirma que teve uma relação muito "apaixonada e sexual" com Michael, que jamais confessou ser homossexual. Segundo ele, o cantor era sua "provável alma gêmea" (assista ao vídeo - em inglês).

"Sei que nos amávamos, ele me dizia isso o tempo todo", comentou o empresário, que teria conhecido o artista em 2008 no consultório do dermatologista Arnold Klein, amigo de Michael e que, para muitos, é o pai biológico dos dois filhos mais velhos do "rei do pop", Prince e Paris.

As afirmações de Pfeiffer foram confirmadas pelo médico. "Quando você vê duas pessoas olhando uma para a outra, você sabe o que está acontecendo. Eu simplesmente era muito feliz por eles", comentou Arnold Klein ao canal americano.

sexta-feira, abril 30, 2010

SERVIDORES PROTESTAM PARA PROTEGER SEUS SALÁRIOS

Estimulados pelas chefias das prefeituras de Glaucilândia e Juramento, moradores das duas cidades vizinhas, funcionários públicos em sua maioria, fizeram uma manifestação pública na manhã de hoje, sexta-feira. Durante uma hora e meia eles interromperam a circulação de veículos na MG 308, que liga Montes Claros aos dois municípios e a Itacambira. Protestavam contra a redução mensal do repasse do FPM pelo governo federal para os municípios, ante a informação de que poderão ter seus salários comprometidos.

FUNORTE APOSTA NA TORCIDA PARA CHEGAR À ELITE

Decisão. Este é o clima entre os jogadores do Funorte para o jogo de amanhã, sábado, contra o Mamoré, às 16h, no estádio José Maria Melo, em Montes Claros, pela primeira rodada do returno da segunda fase do campeonato mineiro do módulo II.

Os jogadores do Formigão estão cientes de que uma vitória deixaria a equipe numa situação extremamente confortável rumo à primeira divisão, a elite do futebol mineiro. A equipe montes-clarense está na liderança da chave C com cinco pontos e se vencer permanece na liderança e deixa o time de Patos de Minas, um dos concorrentes, com quatro pontos atrás.

- O que nos interessa é a vitória. Sabemos que será um jogo complicado. Temos a consciência da importância desta partida. Temos que ter calma para marcar os gols.– diz o atacante Tiago Pit Bull, que espera o apoio da torcida.

Para o atacante Berg, que envolveu em confusão na partida contra o Mamoré em Patos de Minas, não tem clima de guerra em Montes Claros.
- Vamos
jogar futebol e buscar a vitória o tempo todo – afirma o atacante que promete balançar as redes contra seu ex-clube.

Os ingressos estão sendo vendidos antecipadamente a R$ 5, na portaria R$ 10 e meia-entrada R$ 5.

No intervalo no jogo haverá sorteios de camisas do Funorte para os torcedores. (Reportagem: Heberth Halley)

FINAL DO VÔLEI TERÁ TELÃO NO MERCADO MUNICIPAL

Centenas de torcedores se dirigiram para São Paulo durante toda esta sexta-feira.

Os usuários têm uma razão a mais para estar no Mercado Municipal Christo Raelf mais cedo, neste sábado: a administração do logradouro instalará um grande telão no hall de entrada, para que todos possam acompanhar a partida entre Montes Claros/Bonsucesso e Cimed/Malwee.

A partida que apontará o campeão da Superliga Masculina de Vôlei 2009/2010e acontecerá no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, a partir das 9:30, com transmissão ao vivo pela tv.

Segundo o gerente do Mercado Municipal, Daniel Pereira, o funcionamento do loca, neste sábado de feriado nacional, será normal (das 6 às 18 horas). O mesmo não acontecerá no Mercado Sul, que só estará aberto até às 12 horas. “Portanto, quem preferir pode ver o jogo em casa, sem medo de perder a feira, porque terá até às 18 horas para utilizar o mercado do centro da cidade”, frisou Daniel.