Mostrando postagens com marcador assassinato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador assassinato. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, maio 09, 2012

FOTOS DE MORTA EM ENSAIO MOBILIZA ATÉ A INTERPOL

Christian Thomas põe a parceira Sigrid Fleckseder 'morta' na linha do trem e tira fotos. O ensaio realista era apenas parte de um projeto artístico, com o título de 'As quatro estações da morte'. 
Mas quando a dupla levou o cartão de memória a uma loja de eletrônicos em Viena (Áustria), acabou provocando uma caçada a um 'assassino', liderada pela Interpol. 
Funcionários da loja austríaca ficaram horrorizados com as fotos e acionaram a sede, na Alemanha. Foi quando a Interpol foi acionada. 
"As fotos eram bem convincentes. Enganaram vários policiais", disse uma fonte da polícia, citada pelo "Daily Mail".

quarta-feira, maio 02, 2012

MULHER PÕE FOGO NO FILHO PARA SIMULAR ACIDENTE

Uma mulher de 31 anos está sendo julgada na cidade de Cardiff, no País de Gales, pela morte do próprio filho. Segundo o jornal “The Sun”, Sara Ege bateu tanto em Yassen, de 7 anos, que o menino acabou morrendo. Depois, a mulher ainda colocou fogo no corpo da criança, para esconder o assassinato. Yassen morreu em julho de 2010. Primeiro, a polícia pensou que ele tivesse morrido no incêndio da casa. Mas uma autópsia revelou que o menino tinha costelas e um dedo quebrados e o braço fraturado. - Yassen sofreu significantes ferimentos abdominais, que foram a causa da morte. Havia muitas feridas, incluindo fraturas, que não foram acidentais. O incêndio começou deliberadamente, no quarto dos fundos, perto de onde foi encontrado o corpo do menino - disse o promotor Ian Murphy, durante o julgamento, nesta terça-feira. Sara foi presa depois que a polícia encontrou um isqueiro na roupa dela. E admitiu que espancava o filho há um ano. Ela afirmou ainda que bateu com um pedaço de madeira, nas costas do menino, diversas vezes. Quando perguntada no tribunal se havia agredido o menino, no dia da morte, respondeu: - Eu não me lembro. Batia nele a maior parte do tempo. Ainda de acordo com o jornal “The Sun”, o golpe que matou o menino foi dado algumas horas antes da morte dele. E a mãe nem tentou socorrê-lo. O corpo da criança foi encontrado na casa em chamas. Mesmo diante das evidências, Sara nega a acusação de assassinato. O marido dela, o taxista Yousuf, de 38 anos, também alega ser inocente das acusações de cumplicidade, por não impedir a mulher de espancar o filho. - Esta mãe foi cruel e violenta. O pai sabia da violência - frisou o promotor, durante o julgamento que ainda não foi concluído.

sábado, abril 14, 2012

ASSASSINOS CONFESSAM TER COMIDO CARNE DAS VÍTIMAS

Os restos mortais de Alexandra Falcão da Silva, 20 anos, e Giselly Helena da Silva, 31, mortas e esquartejadas - e que tiveram parte de suas carnes ingerida pelos assassinos - foram enterrados neste sábado, respectivamente em Palmeirina e Arcoverde, cidades do agreste pernambucano, onde tinham família.
Elas moravam em Garanhuns, a 228 quilômetros do Recife, também no agreste. Giselly desapareceu em 25 de fevereiro e Alexandra, em 12 de março. Seus corpos foram encontrados enterrados no quintal da casa dos suspeitos dos assassinatos e de canibalismo, naquela cidade: Jorge Beltrão Negromonte Silveira, 50 anos, sua mulher Isabel Cristina Pires, 50, e sua amante Bruna Cristina Oliveira da Silva, 25.
Eles assumiram os crimes e disseram ter consumido porções da carne e da pele das vítimas como forma de purificação. Alexandra e Giselly foram atraídas pelo trio com oferta de emprego doméstico e bom salário.
Os corpos foram liberados pelo Instituto Médio Legal (IML), no Recife, por volta das 10h30. Antes se ser levado para o enterro em Arcoverde, o corpo de Giselly foi velado na igreja evangélica Assembleia de Deus, em Garanhuns, que ela frequentava há cerca de um ano, de acordo com o presbítero Dário Florêncio de Oliveira. "Estamos todos chocados", afirmou ele.
De acordo com a polícia, os suspeitos disseram que retiravam partes das coxas, nádegas, panturrilha e fígado e acondicionavam na geladeira. A carne retirada de cada corpo era suficiente para o consumo de três a cinco dias. Isabel também afirmou, no depoimento à polícia, que duas vezes, por falta de carne animal, usou a carne das vítimas para rechear empadas, que comercializava na cidade.
A seita Cartel, seguida pelos suspeitos, é anticapitalista e contra o crescimento populacional, disseram eles à polícia. Por isso suas vítimas são mulheres. Cada assassinato era tido como uma missão. A meta, de acordo com relato de Jorge Beltrão, era para realizar três "missões" por ano, informou o agente investigador José Júnior da Silva.
O caso veio a público depois que parentes de Giselly Helena da Silva denunciaram o seu desaparecimento. Os suspeitos foram localizados pela polícia porque usaram o cartão de crédito da vítima em lojas de Garanhuns e foram rastreados. (Angela Lacerda)