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domingo, maio 13, 2012

O TÍTULO DIZ TUDO: O GALO É CAMPEÃO INVICTO 2012

Invicto! Foi sem perder um jogo sequer, em 15 disputados, que o Atlético Mineiro conquistou o título de campeão mineiro de 2012. Foram quatro empates e 11 vitórias nesta campanha que marcou seu 41º campeonato estadual. O feito repetiu o ano de 1976, quando o alvinegro levou o troféu com 26 vitórias e cinco empates. Na final, mesmo jogando por um empate, o time comandado por Cuca não deu chances ao América Mineiro, dominou durante os 90 minutos e venceu por 3 a 0.
O placar foi quase todo construído no primeiro tempo, com gols de Serginho e Bernard, e com participação fundamental de Guilherme, que enquanto esteve em campo fez jus ao número 10 levado às costas. Na etapa final, após uma blitz, Bernard voltou a marcar e consolidou a vitória.

Se a festa em campo esperou o apito final para começar, a celebração nas arquibancadas do novo Independência já era grande antes mesmo do terceiro gol. O estádio, todo remodelado, recebeu 17.112 mil torcedores, maioria atleticana, que voltou a soltar o grito de campeão em Belo Horizonte, depois de mais de uma temporada na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.
Ao Coelho ficou a boa impressão deixada nas semifinais, quando venceu o Cruzeiro duas vezes, e a volta a uma final de estadual, 11 anos depois. Mas o sonho do título no ano do centenário fica adiado para o Brasileirão da Série B, competição que começa nesta semana.

sábado, maio 12, 2012

TORCEDORES DO ATLÉTICO INVADEM SETORES DO AMÉRICA

Clássico e final de campeonato inflamam o ânimo do torcedor. A decisão entre Atlético e América, no domingo (13), já toma conta das redes sociais, como Twitter e Facebook, onde americanos acusam que atleticanos estariam comprando ingressos em seu setor, da Rua Pitangui, no Independência. Com os ingressos mais acessíveis para a torcida do Atlético esgotados desde quarta-feira, possíveis “infiltrados” na torcida americana vão ser retirados do estádio e não poderão assistir à final.
Atleticanos esgotaram a carga de 13.394 ingressos, restando só os do setor vip, de R$ 200. Do lado americano, a expectativa é a de que as entradas acabem nesta sexta-feira (11).
Marco Antônio Machado da Silva, um dos fundadores da torcida Avacoelhada, que divulgou nas redes sociais “alerta” sobre compra de ingressos da Pitangui por atleticanos, espera que não haja tumulto no dia do jogo.
Já o superintendente administrativo do América, Franklin Roosevelt, fez um apelo aos torcedores no site oficial do clube: “Quem deixar para a última hora, pode não encontrar ingresso e ficar de fora da festa. Só temos ingressos na sede e nas bilheterias da Rua Pitangui. O torcedor do América precisa comprar o ingresso o quanto antes, pois corremos o risco de ter atleticano comprando ingresso do nosso lado”, alerta.
Segundo a Polícia Militar, os “infiltrados” serão retirados do estádio. “Não vamos permitir isso. Vai ser retirado”, afirma o tenente-coronel José Amilton Campos. Ele admite que não pode impedir que um torcedor atleticano compre ingresso e assista à partida do lado americano, mas, se estiver com camisa do Galo, ou torcer para a equipe, vai ser retirado do estádio.
“Isso sempre acontece. Se for percebido um torcedor em outra torcida, a gente retira do estádio, não tem outra opção, porque os ingressos da outra torcida já está esgotado”, destaca Campos. “A sugestão é que o torcedor assista ao jogo com a torcida do time dele, e não se infiltre de forma alguma”, frisa o oficial.
Na final do Estadual de 2007, uma briga entre torcedores de Atlético e Cruzeiro causou a morte de um torcedor alvinegro. Pedro Ferreira, então com 24 anos, que fazia parte de um grupo que tentou invadir a área destinada a cruzeirenses, na entrada do Mineirão, foi agredido e morreu devido a golpes na cabeça. (Guyanne Araújo)

terça-feira, maio 08, 2012

É PIADA OU RONALDINHO GAÚCHO JÁ JOGOU POR AMOR?

terça-feira, maio 01, 2012

VOCÊ TAMBÉM ACHA QUE A GANDULA É MUITO GOSTOSA?

A gandula Fernanda Maia deu o que falar na final da Taça Rio. E não só pela rápida reposição de bola que, indiretamente, ajudou o Botafogo a fazer um dos gols no jogo. A forma física da garota também chamou a atenção dos marmanjos. Márcio Guedes, jornalista integrante do Linha de Passe, mesa redonda do canal ESPN Brasil, foi talvez o mais empolgado da imprensa, a ponto de mandar um "ela é gostosa", ao vivo, durante o programa de ontem.
O episódio (confira o vídeo ao final do post), claro, rendeu e provocou risos e piadas entre os normalmente sérios debatedores, como Paulo Vinicius Coelho. Fernando Calazans, companheiro de Márcio na bancada do Linha de Passe no Rio, também se divertiu, a exemplo do apresentador João Palomino, Juca Kfouri e Mauro Cezar Pereira, esses três, juntamente com PVC, no estúdio da emissora em São Paulo.
Confira o histórico diálogo no programa da ESPN:
Márcio Guedes
: pelo que eu li na imprensa, ninguém atribuiu a ela [a gandula] fator fundamental no gol do Botafogo. Acho que foi um dado interessantíssimo essa gandula. Tudo isso em torno dela deu um molho para o jogo.
Fernando Calazans: foi mais bonita ela ou a jogada?
Márcio: o corpo dela até que não é essas coisas, não. Falta um pouco de altura, mas ela tem umas poses sensuais que já foram mostradas e que estão excepcionais. Ela é muito gostosa, tem um rosto muito bonito e é inteligente.
Calazans: Palomino, gostosa e inteligente.
Palomino: é. Meu Deus do céu. PVC...
PVC:
o que me chamou atenção nela... nunca fiquei olhando se... é bonita? É bonita. Agora, o que me chamou atenção...
Márcio: ficou olhando para quem, PVC? Para o Rodolfo e o Renato Silva?
PVC: eu não vou avançar como o Márcio Guedes avançou. O que me chamou atenção foi a resposta dela. Ela foi brilhante [quando disse] "eu fiz o meu trabalho, que é entregar a bola". Estamos de acordo. Ela fez o trabalho dela.

sexta-feira, abril 13, 2012

ALÔ, KALIL! GOLEIRO SEM BRAÇO DEFENDE TRÊS PÊNALTIS

O camisa 1 do Aston Stars FC, da Inglaterra, é mais do que especial. Além de estar com 38 anos, Tyrone Welcome chamou a atenção porque defendeu três dos últimos cinco pênaltis contra o seu time. O detalhe é que ele tem apenas um braço.
– É um pouco de psicologia reversa. Eu sei que eles, naturalmente, tentam colocar a bola no meu lado direito. Só que com isso eu afio mais ainda o meu braço esquerdo para incentivá-los a bater dessa maneira – disse.
O jogador, que atua pela Birmingham League, perdeu o braço direito aos 12 anos depois de ter sido eletrocutado por um fio de cobre. Mas nem isso o fez desistir do sonho de jogar futebol. Ele fazia parte da seleção de amputados da Inglaterra. Até que o Aston o convidou para um teste.
– Inicialmente, eu recebi o telefonema para jogar na equipe nacional há nove anos. Eu fui e adorei cada minuto. Depois, o Aston me chamou para uma oportunidade. Eu queria me testar em situações de jogo normal. Então, quando o Aston me convidou vi a oportunidade perfeita para mim – disse.

domingo, abril 01, 2012

QUEM DISSE QUE DOMINGO É DIA APENAS DE FUTEBOL?

 
 
 

sábado, março 31, 2012

RODRIGO SANTORO INTERPRETA VIDA TRÁGICA DE HELENO

"Agora está todo mundo sorrindo", diverte-se José Henrique Fonseca, ao lembrar que, há dois anos, a opção por fazer um filme em preto e branco era vista com reservas por grande parte dos distribuidores e exibidores. Antes de "O Artista" sair da cerimônia do Oscar com vários prêmios. "E olha que eu filmei um ano antes de eles dizerem 'Ação!", registra o diretor da cinebiografia de um dos primeiros ídolos do futebol, o mineiro Heleno de Freitas. A história estreou ontem, sexta-feira (30), nos cinemas.
Além da questão da cor, o filho do escritor Rubem Fonseca arregaçou as mangas para driblar outro tabu: o estigma de que o cinema brasileiro nunca conseguiu fazer um longa-metragem à altura da paixão que o futebol desperta no país. "Qualquer esporte com 22 pessoas em campo é difícil de ser filmado. É diferente do boxe, em que você só tem duas pessoas duelando. É impossível traduzir a emoção de uma partida de futebol", considera Fonseca.
Tanto no caso do preto e branco quanto na aposta de um tema considerado mal aproveitado, o cineasta justifica suas escolhas com um filme que está longe de simplesmente querer retratar a trajetória de um futebolista. "Meu personagem respira futebol, mas não necessariamente preciso mostrá-lo o tempo inteiro nos gramados. Quis mostrar o Heleno que foi vítima dele mesmo. Hoje ele seria diagnosticado como bipolar. Como o herói grego que tem seu nome, viveu uma tragédia".
Nascido em São João Nepomuceno, na Zona da Mata, em 1920, Heleno de Freitas foi o primeiro bad boy do futebol brasileiro, tão bom nos pés quanto na dedicação à boemia. O talento para brilhar com a camisa do Botafogo era inversamente proporcional à conduta extra-campo. Sempre foi polêmico, temperamental e soberbo, a ponto de constantemente chamar seus colegas de time de pernas-de-pau. Morreu em 1959, num sanatório de Barbacena, demente, por consequência de sífilis, que não quis tratar.
"Não quis fazer um resgate. Atentei mais para o lado dramático e cinematográfica da história de Heleno, que tem mais ingredientes que a do Garrincha, outro ídolo botafoguense, por exemplo. Os dois tiveram um final trágico, mas as complexidades na trajetória de Heleno foram maiores", compara Fonseca, lembrando que o atacante nunca participou de uma Copa do Mundo. Quando estava no auge, a Segunda Guerra Mundial impediu a realização da competição em 1942 e 1946.
O preto e branco ajuda a tornar essa dor ainda mais real, de acordo com o cineasta. "Traz muito sentimento à composição visual. Quando era estudante de cinema, adorava ver os filmes de Frank Capra e Ingmar Bergman. Tornou-se uma espécie de fetiche para mim. O preto e branco também é importante para dar certo glamour, mostrando um futebol mais romântico. Era comum ver jogador fumando nos vestiários", registra Fonseca.
Um dos achados do filme é a interpretação de Rodrigo Santoro, que vai de um jogador que usa dos atributos físicos para conquistar todo rabo-de-saia que cruze seu caminho ao perturbado interno de sanatório. "O Rodrigo sempre foi a minha escolha inicial. Paramos 40 dias para ele emagrecer 12 quilos e ganhar aquela forma esquelética", revela. O elenco tem o mineiro Maurício Tizumba, na pele de um enfermeiro. "Foi uma grata descoberta", elogia o diretor. (Paulo Henrique)