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segunda-feira, maio 14, 2012

EX-BABÁ CRIS VIANNA FAZ FOTOS SENSUAIS PARA REVISTA

Cris Vianna, que gravou diversas cenas de nudez como a vendedora de empadas Dagmar, em "Fina estampa", acaba de posar para o seu primeiro ensaio sensual. As fotos estarão na próxima edição da revista "Status", que comemora um ano.
- Quando é um trabalho que tem a arte como referência, de delicadeza e de bom gosto, eu não tenho nenhum medo de me jogar - disse a atriz, em entrevista à publicação.
Escalada para "Salve Jorge", novela de Glória Perez para o horário das 21h, na Globo, Cris também falou sobre as famosas cenas de banho de mangueira que protagonizou na novela de Aguinaldo Silva:
- As cenas em si não me deixavam nervosa. Ficava com medo era da água. Pedi que fosse água morna, porque tenho horror à água fria.
Depois que acabaram as gravações de "Fina estampa", a atriz teve tempo apenas para tirar 15 dias de férias, nos quais viajou para Portugal e Inglaterra.
Orfã de pai desde os 13, Cris trabalhou como babá antes de ingressar na carreira de modelo. Chegou a trabalhar na Itália, na Austrália e no Canadá, mas disse que nunca teve dúvidas em relação ao sonho de se tornar atriz.
- Aquilo era para pagar as contas - declarou Cris, que fez teatro por cinco anos e, em 2004, entrou para a oficina de atores da Globo.
Na entrevista, ela revelou ainda que já cantou num coral gospel e numa banda de black music.

sábado, maio 12, 2012

MÚSICA DO PARÁ EMBALA PERSONAGENS NA TELINHA

No rastro do sucesso de Gaby Amarantos, a música paraense vem conquistando cada vez mais espaço entre o público. Em "Amor eterno amor", a representante do Pará na trilha sonora é Lia Sophia (foto), cantora e compositora de "Ai menina", tema da periguete Valéria (Andréia Horta).
— Eu fiz a canção no ano passado, para mostrar minha paixão pelo carimbó. Fala sobre uma mulher fogosa, sensual e determinada. Casou perfeitamente com Valéria — diz a cantora, de 33 anos, que se vê na personagem: — Ela é muito intensa. Eu me identifico com essa paixão louca pela vida.
Para Lia, o bom momento que a música paraense vive na mídia é uma oportunidade de conquistar o país com os ritmos da região.
— Um pesquisador catalogou 150 deles. Nós temos influências que vão da música caribenha ao merengue, passando por zouk, carimbó e muitos outros — explica a artista, que vê nessa diversidade o motivo para alguns gêneros serem cunhados como bregas: — Como só agora o Brasil está conhecendo todos esses ritmos, a confusão é natural.
Apesar da multiplicidade de estilos, Lia garante que os paraenses se entendem bem.
— Gaby (Amarantos) cantou num show comigo em 2006 e foi incrível porque, mesmo tendo estilos diferentes, conseguimos dialogar.
O PARÁ NA TELINHA
Gaby Amarantos embala novela
: A paraense que canta "Ex-my love", abertura de "Cheias de charme", caiu nas graças do público. O sucesso foi tanto que Ivete Sangalo já decretou: "Esse é o ano dela".
Calypso na trilha e em cena
: Além de cantarem "Entre tapas e beijos" na abertura da série "Tapas & beijos", os paraenses Joelma e Chimbinha participaram recentemente de "Cheias de charme".
Trama de “Amor eterno amor”: O Pará tem destaque na trama da infância de Rodrigo (Gabriel Braga Nunes), na novela das seis. Os atores gravaram cenas no Norte e usam gírias locais para dar mais veracidade. (Pedro Zuazo)

terça-feira, maio 08, 2012

COMO FICOU VERA FISCHER APÓS RECAUCHUTAGEM

Aos 60 anos, bem vividos, Vera Fischer já circula por aí repaginada. A loura acaba de passar por uma cirurgia plástica no rosto na qual foi usada a técnica da bioplastia, menos invasiva e com menos efeitos colaterais. A atriz aproveitou também para fazer uma correção na área dos olhos. Vera quer ficar linda quando começar a gravar "Salve Jorge", a próxima novela do horário nobre. 

sábado, maio 05, 2012

PERSONAGEM DE ISIS FOI BASEADA NA MULHER MELÃO

Isis Valverde não quis entregar, mas a gente descobriu: foi com Renata Frisson, a Mulher Melão, que a atriz conviveu durante alguns dias, a fim de compor Suelen, sua periguete de “Avenida Brasil”. Durante bate-papo com a Canal Extra, Isis contou:
— Fiz um estudo com meus amigos gays, eles são incríveis! Peguei emprestado deles o beijinho no ombro e outras tiradas, como “Banho-magia”. Mas meu laboratório vivo foi uma menina que, vou lhe dizer, é a Suelen real... O jeito de andar, meio machinha, meio rebolando; o jeito de mexer nos cabelos, de falar... Bordões da personagem como “Cabelo é poder”, “Meu corpo é esse, a pista é nossa” e “BR (baixa renda)” são criações dela. Hoje mesmo ela me mandou um torpedo: “Faz um banho de lua porque esses pelos estão muito pretos!”. Bom demais, né? (risos)
Melão, então, contou pra gente como foi esse “grande encontro” e o que acha das periguetes:
— Quando fomos apresentadas, percebi que Isis ficou me observando, e anotava muito no celular. Hoje, me vejo na Suelen: as unhas enormes, o jeito de passar a mão no cabelo, o bronzeado... Fico lisonjeada de ter servido de inspiração. Me esforço para ser bonita e gostosa, mas hoje sou periguete só no palco. Periguete é a mulher que é safada, danada, e assume. Não me visto com shortinho entre as socialites, não dou em cima do homem das outras. Tô calminha... Mas que mulher nunca usou o sexo para conseguir o que queria? Quantas vezes fiz um amor gostoso e sugeri: ‘Tô louca para trocar de carro...’ ou ‘Vi uma joia tão linda hoje...’. E 90% das mulheres que conheço têm fantasia sexual com jogadores de futebol. Eles são famosos, gostosos, ricos... Normal!”. (Naiara Andrade)

quarta-feira, abril 18, 2012

GUILHERME KARAN VIVE DRAMA SOBRE CADEIRA DE RODAS

Longe da TV e dos olhos do público desde 2005, quando fez parte do elenco da novela "América", Guilherme Karan tem vivido os últimos meses isolado em sua casa, na Barra, numa cadeira de rodas. O ator, de 55 anos, dono de papéis memoráveis na televisão, sofre de uma doença degenerativa, uma síndrome neurológica chamada Machado-Joseph, que compromete a capacidade motora do paciente. "Ele herdou da mãe. Perdi um filho com a mesma doença. Guilherme fica na cadeira de rodas o tempo todo. Tem horas que ele está lúcido e tem horas que não", diz seu pai, Alfredo.
Guilherme Karan, que também sofre de problemas na coluna, vive sob os cuidados de dois enfermeiros, e recebe, três vezes por semana, a visita de um fisioterapeuta. É o máximo de contato que tem com o mundo externo. Deprimido, não quer receber visitas. À amiga e autora Gloria Perez, ele pediu que não o visitasse mais. Karan prefere não ver mais TV e nada que lembre seu passado. "Ele não quer falar com ninguém. Está deprimido. E é um ponto de vista que temos que respeitar. Eu, como pai, compreendo e dou toda a assistência que posso", conta Alfredo.
Apesar da depressão, a família continua acreditando na recuperação e no retorno do ator ao trabalho: "As pesquisas continuam. Quem sabe não descobrem um antídoto para que ele possa voltar ao que era antes. Ele fica muito triste, era um homem alegre e acabou perdendo a alegria de viver".

quinta-feira, abril 05, 2012

NÃO HÁ HOMEM QUE CHEGUE PARA ESSA MARIA CHUTEIRA

 Maria chuteira é pouco para Isis Valverde. A intérprete de Suellen em "Avenida Brasil" vai usar o sexo como arma e, no capítulo de hoje, dará uma prova disso. Prestes a ser demitida por Diógenes (Otávio Augusto, no detalhe), ela transa com o patrão e fotografa o ato com o celular. Tendo as imagens na mão, ela o chantageia.
E Suellen não para por aí. Na lista que ela vai abater só nesses primeiros capítulos ainda estão Darkson (José Loreto), Iran (Bruno Gissoni) e Leandro (Thiago Martins).
— Suellen tem a libido um pouco acima do normal. Ela vive várias situações que podem desagradar a algumas pessoas, mas vão fazer outras darem gargalhadas — afirma Ísis.
A história com Diógenes começa quando, mais uma vez, Suellen chega atrasada na loja. Irritado, o patrão a demite e a periguete pede que ele faça suas contas. Os dois vão ao escritório e Diógenes contabiliza o que a funcionária tem a receber. Ao levantar os olhos da calculadora, ele se choca ao ver Suellen nua. "Isso é o corpo de uma mulher, seu Diógenes. Já faz tanto tempo que o senhor não vê que até se esqueceu como era?", alfineta.
A pistoleira masageia o patrão, que, mesmo tenso, se deixa envolver. Sem que ele veja, Suellen faz fotos com o celular. Quando os dois estão se vestindo, ela pergunta se pode voltar ao trabalho. Sem jeito, Diógenes deixa. Mas em outro momento, quando ela chega de novo atrasada, o patrão a manda embora. Suellen mostra as fotos que fez e diz que vai processá-lo por assédio sexual. Apavorado, Diógenes desiste de demiti-la.
Como sabe de seu poder sobre os homens, Suellen (Isis Valverde) os usa também como instrumento de vingança. É o caso de Darkson (José Loreto) e Leandro (Thiago Martins). O primeiro vira alvo da periguete quando se engraça com Olenka (Fabiúla Nascimento), seu desafeto.
Após ver o casal quase se beijando no baile charme do Divino, ela aproveita a ida de Darkson ao bar e o aborda. A periguete diz que tem algo para mostrar e o puxa pela calça até a sala de troféus. Lá, ela fica nua e dispara: "Tá bom, ou quer mais?". Suellen agarra Darkson e tira a roupa do rapaz. Eles transam ali mesmo
Com Leandro a coisa é diferente. Apesar de ele ser jogador do Divino, não é a profissão do rapaz que enche os olhos da maria chuteira. É o fato de morar na casa de
Diógenes (Otávio Augusto). O chefe, com a ajuda de seu filho, Roniquito (Danil Rocha), consegue pegar as fotos da transa dele e da ex-funcionária e, enfim, a demite.
Por isso, a pistoleira seduz Leandro, que a leva escondida para seu quarto. Após o sexo, o jogador é só elogios. "Garota, tu não é de brincadeira. Coisa de campeão! E ninguém ouviu nada. Fina!", diz ele, que a deixa no quarto enquanto toma banho.
Suellen aproveita e vasculha a casa à procura das fotos. Ela vai à cozinha, acha as imagens no lixo, guarda na bolsa e comemora: "E Suelen muda novamente o placar! Cês tão de novo na minha mão, seus otários!".
O único cara com quem a moça faz sexo sem segundas intenções é Iran (Bruno Gissoni). Com ele é que ela deixa sua porção maria chuteira falar mais alto. Suellen passa uma noite na casa do jogador e tem que se esconder em cima do armário quando Monalisa (Heloísa Périssé), mãe do rapaz, invade o quarto.
— Suellen é saliente. Ela tem um segredo que, quando revelado, vai fazer todos entenderem o porquê de ela ser assim — diz Isis, que transará com os três até o fim da semana que vem. (Marcelle Carvalho)

terça-feira, março 27, 2012

COMO FOI ESTREIA DE NOVELA COM CARA DO POVÃO

“Avenida Brasil” estreou nessa segunda-feira com uma trama envolvente, inteligente e sem deixar de ser popular. A adaptação da música “Meu lugar”, de Arlindo Cruz, deixou a novela com a cara do povão. E no bom sentido. As cenas dos personagens no salão de Monalisa (Heloísa Périssé) e na casa de Tufão (Murilo Benício) já deram o tom da história que vem por aí: alegre, solar e com a pitada de drama necessário. Afinal, é novela. E das nove. Os dois atores, aliás, foram muito bem em seus papéis. Apesar de divertida, a Monalisa de Périssé em nada lembra os antigos trabalhos da atriz. Química bacana entre ela e Fabiula Nascimento, a Olenka, que está fazendo sua estreia em novela. A abertura com a “Dança do kuduro”, sucesso por aqui na voz de Latino, combinou perfeitamente com o clima da história.
A primeira aparição de Adriana Esteves como a vilã Carminha deixou a desejar. O grito que ela deu ao ouvir a Rita (Mel Maia) foi artificial, forçado. Algumas falas de Adriana não foram entendidas. No meio da sequência, no entanto, a atriz melhorou muito e virou a Adriana que o telespectador esperava. No momento em que Genésio (Tony Ramos) entrou, ela deu um show. Sem precisar fazer caras e bocas, Carminha mudava de expressão de acordo com o que a situação pedia. E foi assim durante todo o primeiro capítulo. Adriana mostrou que sua vilã vai entrar para a galeria das malvadas antológicas da TV. A pequena Mel fez frente a Adriana e não deixou a peteca cair. Faz muito tempo que não se via uma atriz-mirim ir tão bem em cenas dramáticas com as que ela protagonizou em sua estreia.
A sequência do assalto de Genésio foi a primeira grande surpresa da estreia. Ninguém esperava a reviravolta da história: o autor João Emanuel Carneiro surpreendeu na cena em que Genésio mostra que não foi assaltado. Tony Ramos emocionou como sempre. Não dava para desgrudar os olhos da tela na cena em que ele desmascara a mulher na laje. Mérito também da direção da novela que trabalhou com cortes rápidos e trama acelerada. Com a atuação contida que o personagem pedia, o ator deu conta do seu recado do início ao fim do capítulo. Pena que durou pouco.
Direção acertada também nas cenas em que transformaram um estádio de futebol em Uberlândia no Maracanã. Parecia realmente que Murilo Benício estava em campo com aquela arquibancada cheia. O clima era, de fato, de um jogo importante. Os efeitos especiais da novela fizeram um trabalho primoroso. E, sim, um craque pode decidir uma partida mesmo acima do peso. Ou alguém esqueceu de Ronaldo Fenômeno?
A trama envolvendo Cadinho (Alexandre Borges) e suas duas mulheres Verônica (Debora Bloch) e Noêmia (Camila Morgado) é irreal, mas nem por isso deixa de ser divertido imaginar aquela situação na vida real. Esse núcleo tem tudo para conquistar o público assim como aconteceu em “Passione” com o bígamo Berilo (Bruno Gagliasso). 
A impressão que se tem é que os fãs do estilo “novelão” de “Fina estampa” não estarão órfãos. “Avenida Brasil” estreou com uma história que tem todos os ingredientes para agradar quem gosta do folhetim clássico e das inovações de João Emanuel Carneiro, que aposta sempre em muito suspense e reviravoltas. Foi isso que o autor mostrou nesse primeiro capítulo. E é isso que o telespectador espera ver nos próximos sete meses. (Carla Bittencort)