segunda-feira, janeiro 10, 2011

TARADA CRUZA EUA PARA TRANSAR COM MENINO DE 13

Rachel Ann Hicks tem 36 anos e dois filhos. Acabou presa após atravessar os Estados Unidos para fazer sexo com um menino de 13 anos que conhecera na internet.
A mulher conheceu o adolescente em uma sala de chat com o tema X-Box. Ao conhecer o menino, Rachel disse ter 23 anos.
Os contatos evoluíram para telefonemas, torpedos, emails e troca de material pornográfico.
Depois, Rachel decidiu viajar de Orange County (Califórnia), onde mora, para Maryland, onde vive o jovem. Os dois fizeram sexo na casa do adolescente no feriado de Ação de Graças, segundo a investigação.
O caso foi descoberto pelos pais do menino, que viram mensagens românticas trocadas por celular.
Policiais estão investigando uma possível segunda vítima de Rachel. Esta moraria mais perto, também na Califórnia.

MANDA MATAR MENINA POR CIÚMES DO NAMORADO

Acabam de ser presas duas mulheres que mataram uma menor de 15 anos no Bairro São Geraldo, em Montes Claros, na madrugada de sábado. Segundo a polícia militar, às 02 horas da madrugada, na rua Barão de Mauá, naquele bairro, Poliana Ramos, 18 anos, passou uma faca para Carla Jéssica Nobre Santos, 20, doméstica, residente na Rua Marília, Jardim São Geraldo.
Poliana estaria movida por ciúmes de seu namorado José Welton, conhecido como Zói, por estar este de caso com a menor, moradora do Bairro Maracanã. Esta foi atingida por Jéssica com um golpe de faca, sendo encontrada já sem vida por equipes do Samu e do corpo de bombeiros que foram chamadas ao local.
Durante rastreamento as duas envolvidas foram localizadas e presas pela PM, juntamente com a arma do crime, e foram entregues à delegacia de plantão, onde Carla e Poliana foram autuadas.

LOCUTOR ASSOA NARIZ NOS SEIOS DE UMA OUVINTE

O apresentador da rádio holandesa BNN Frank Dane realizou um desejo inusitado na semana passada. Após dizer que estava querendo desesperadamente assoar o nariz entre os seios de uma ouvinte, a mulher deixou Dane realizar seu fetiche estranho.
ASSISTA AO VÍDEO CLICANDO NO TÍTULO

A HISTÓRIA DE UMA BELA JOVEM ATRAÍDA PELO CRIME


Ela saiu de Santa Catarina e foi para São Paulo com o sonho de ser advogada, e acabou na cadeia. Você vai conhecer nesta reportagem a história de Marinês, a bandida dos olhos verdes.
Marinês é uma morena de olhos verdes, rosto e corpo de modelo, que foi usada pelo crime. “Eu creio que não era pela minha beleza, mas sim pelo meu saber. Pelo meu estudo que eles sempre pediam para eu fazer alguma coisa, ir no banco junto com eles, assim. Ou shopping ou contas. Eles queriam, devido ao meu nome está limpo”, diz.
Bandida ou uma jovem ingênua? A polícia ainda investiga a ligação dela com roubos e drogas e tenta traçar um perfil da personalidade dessa moça de apenas 18 anos. “Nunca roubei antes”, conta ela.
A beleza e o porte dela chamaram a atenção da polícia. “Nós tínhamos as imagens do circuito interno de monitoramento quando passou o trio e a moça chamou a atenção, até porque era uma moça bonita. O pessoal fez um comentário e quando olhamos fixamente, percebemos que se tratava do trio que havia praticado o roubo no supermercado”, declara o policial José Roberto Ramalho.
Foi assim que Marinês virou personagem das páginas policiais. Ao passar perto do posto da Guarda Municipal, foi presa com dois cúmplices: um homem e uma menor de idade.
Marinês estava junto com um casal que assaltou o supermercado com uma arma. A câmera de segurança mostra a jovem passando atrás deles na hora do crime.
“Desodorante, creme de cabelo, que a menina pegou e colocou dentro do carrinho, e uísque. Eles roubaram dinheiro do caixa, de uma média de R$ 150”, afirmou.
“Foi de última hora eles assaltaram, porque nem eu sabia, e se eu sabia com certeza não teria ido junto com eles lá”, disse ela.
Para chegar no supermercado, o casal e Marinês roubaram o carro de um taxista. “Foram dois crimes na sequencia. Se as penas forem somadas, vai fazer com que permaneçam um tempo na cadeia”, afirma o delegado Marcel Fher.
O campo fica em Iporã do Oeste, interior de Santa Catarina, quase divisa com a Argentina, onde Marinês vivia com a mãe viúva e um irmão adolescente, até agosto do ano passado.
Marinês deixou a casa simples na zona rural de Iporã do Oeste dizendo para a mãe que queria um futuro melhor. Queria trabalhar e estudar direito. Perdeu o emprego. Longe da família e aparentemente ingênua, foi atraída por más companhias.
A mãe de Marinês, Dona Lourdes, toca sozinha o sítio e chegou a enviar dinheiro para ajudar a filha em São Paulo. “Mandei R$ 1,2 mil”, contou ela.
Marinês está na cadeia de Itupeva na Grande São Paulo e na entrevista pediu para não mostrar o rosto. “Eu já estou marcada. Mas eu me sinto melhor não mostrando o rosto”, disse.
Ela não conta, mas a mãe garante que a filha vivia sob ameaça em São Paulo. “Sendo ameaçada. Isto aí que ela estava falando para mim. Ela não podia nem dizer certo onde ela estava morando. E eu insistindo para ela: ‘aonde você está?’ ‘Mãe eu não posso falar porque eu estou sendo vigiada’”.
“Essa pseudoingenuidade por essa educação, pela vida que teve anteriormente, ficou sendo uma presa fácil para pessoas mais astutas”, explicoa Geraldo Vendrame Ribeiro Jr, advogado de Marinês.
A jovem admite que vivia em baladas regadas a drogas. “Eles usavam drogas. Não uso, minha mãe não deixa eu usar”, diz ela.
O gosto pelo desenho e a vontade de ser advogada não acabaram. Mas para ela, a volta à vida normal, pode demorar muito. “Estou com vergonha por envergonhar a minha mãe e gostaria de ir embora, só isso”.
“Se eu mandasse um recado para minha mãe, pediria desculpas pra ela pelo que eu fiz. Diria para ela não se preocupar, para ela pensar na saúde dela. Para ela cuidar bem do irmão, que está do lado dela, e para tentar, se ela puder, tentar vir me visitar”, pediu Marinês.
“Deus o livre, eu não tenho sossego, eu não tenho sossego. Eu não posso nem falar quase. Porque ver uma pessoa assim sofrendo. Chega a hora da comida, não posso mais comer. Chegou Natal, Ano Novo”, se emociona a mãe.
“O que eu fiz teve as consequências e essas consequências eu vou ter que enfrentar”.

domingo, janeiro 09, 2011

TRANSEXUAL PROMETE FAZER A DIFERENÇA NO BBB 11

Em Realengo, Rio de Janeiro, só se fala em Ariadna Thalia. Mas que não confundam com a cantora mexicana, famosa pelos dramalhões "Maria do Bairro" e "Marimar". A participante transexual do "Big Brother Brasil 11" já dá o que falar a dois dias da estreia do programa e conta com uma legião de apaixonados na rua onde mora, no bairro da Zona Oeste.
— Thalia é uma mulher moderna. A mina é operada, mas é de responsa — avisa o vizinho Leandro Pereira.
A torcida masculina de Thalia já está mesmo formada. Funcionários de uma serralheria e de uma barbearia ao lado de onde a moça vive, os caras ficam de olho grande nos atributos da moça, mostrando que não dão espaço ao preconceito.
— É linda. Sinceramente, dá de dez a zero em muita mulher aqui do bairro, tem um corpão mesmo. Os caras no "Big Brother" vão ficar de olho — garante Carlos Júnior, que acredita que, a princípi,o a vizinha não contará que nasceu com o nome de Thiago e passou por uma operação para mudar de sexo há dois anos na Tailândia.
Mas não é só o decote turbinado com silicone e as roupas que valorizam as curvas da morena que chamam a atenção da rapaziada. Eles garantem que o jeito discreto os fez ter dúvidas se Ariadna era mesmo transexual. (Aline Conde)

DÁ DÓ VER JOVENS SEM-CALÇA NO METRÔ DE SÃO PAULO



Dezenas de pessoas tomaram o metrô de São Paulo sem as calças neste domingo (9), para mais uma edição do evento “No Pants”. A intervenção urbana, realizada em diversas cidades do mundo, ocorre pelo terceiro ano seguido na capital paulista. O calor de quase 30 graus pareceu a desculpa perfeita para a realização do evento.
Após duas horas de concentração, os participantes – a maioria jovens de até 30 anos – chegaram à estação ainda com todas as roupas. Ao entrarem nos vagões, foram tirando as calças e guardando em mochilas e bolsas.
A presença dos passageiros sem calças causou surpresa, espanto e risos entre os demais. “Opa, pelo jeito pode tudo”, disse uma senhora, aos risos. Surpresa, uma mulher interrompeu a leitura de uma revista para perguntar o que estava acontecendo. Ao saber que se tratava de um flash mob, deu de ombros e voltou à leitura.
Na página do Facebook criada para confirmar a presença de participantes do evento, 355 pessoas disseram que estariam presentes até as 15h deste domingo (9). No site, os organizadores classificam o evento como “uma intervenção urbana que visa gerar uma cena incomum, bizarra e irônica no meio urbano”.
Entre as regras publicadas na página, estavam fingir que ninguém se conhece, agir como se não usar calças fosse normal e fotografar e filmar de forma discreta. Também havia uma orientação para que os participantes não usassem peças como fio-dental ou do tipo “elefantinho”. “Nosso objetivo é fazer a graça sem ser vulgar. Também evitem qualquer roupa de baixo muito justa. Deem preferência a cuecas samba-canção e boxers largas”, dizia o recado.

MULHER JOGA CERA QUENTE NO MARIDO E NA AMANTE

Uma mulher foi presa no último sábado (1º) em Naples, no estado da Flórida (EUA), depois que quebrou uma janela e jogou cera quente para depilação no marido e na amante depois de flagrá-los juntos, segundo a emissora de TV "NBC".
De acordo com a polícia, Kimbra Marcus, de 55 anos, pegou o marido com outra mulher em um trailer. O homem reconheceu que os dois ainda estavam casados legalmente, mas alegou que eles não estavam mais juntos.
Conforme o relatório policial, após pegar marido com outra, Kimbra teria saído do trailer e voltado cerca de 10 minutos depois. Então, ela começou bater na lateral do trailer com uma pá, quebrou uma janela e jogou cera quente sobre o marido e a amante.
Kimbra foi acusada de violência doméstica.

ENTENDIDOS ELEGEM MAGENTA A COR DA MODA EM 2011

Papel de parede Flor da linha Grafismo assinado por Marcelo Rosenbaum por R$ 230 o rolo colocado (10m de comp X 0,50cm de larg. cobrindo 4,50 m2) na Garden Rio
O ano já começa cheio de tendências. Depois do azul turquesa em 2010, o Instituto Pantone — que há mais de 40 anos estuda e estabelece um código internacional de cores, servindo de guia a designers gráficos, estilistas, fotógrafos e designers de interiores — elegeu o magenta como a cor para enfrentar os desafios de um novo ciclo que se inicia em 2011. Para quem não sabe que cor é essa, trata-se de um rosa vívido, também chamado de fúcsia ou carmim. O Morar Bem, antenado, fez uma seleção de peças para decorar os interiores com o tom da moda. Clique aqui e veja alguns produtos que podem ajudar a compor o seu ambiente magenta.

TODO MUNDO QUEBRA CARA COM SANTA AMY EM FLORIPA

Amy Winehouse surpreendeu de forma positiva o público de aproximadamente 12 mil espectadores que lotou o Stage Music Park, em Jurerê, Florianópolis, no último sábado (08/01), na estreia do Summer Soul Festival. A cantora se limitou a beber duas garrafas de água mineral durante uma hora e dez minutos de espetáculo. Antes dela, quem se apresentou foi o cantor, compositor e multi-instrumentista Mayer Hawtorne e a compositora e bailarina Janelle Monae, ambos norte-americanos.
Apesar de o comentário entre os fãs de que Amy poderia não comparecer, depois de uma suposta bebedeira no Rio, a inglesa subiu ao palco depois da apresentação dos norte-americanos ainda desconhecidos do grande público brasileiro. A cantora se apresentou com um curto e decotado vestido claro, às 0h50 de domingo, com a imagem da bandeira brasileira projetada no telão ao fundo do palco.
No repertório, sobrou espaço para as consagradas Back 2 Black, Me & Mr. Jones e Rehab, como não poderia deixar de ser. Valerie, outro sucesso dela, foi apresentada duas vezes - a última no bis.
Dualidade
Alternando entre a simpatia com o público e um ar distante do show, Amy Winehouse e sua banda apresentaram 14 músicas, três delas cantadas por seus backing vocals, Zalon e Heshima.
Em duas das música, Everybody Here Wants You e Whats a Man Going to do, Amy sentou para assistir a apresentação da banda, como se ela fosse parte da plateia e não a atração principal do Summer Soul Festival.
Arremesso de chiclete
O único deslize da polêmica cantora foi ter disparado o chiclete que mascava no público, como uma saudação excêntrica. Nem mesmo os vários momentos em que recorreu à sua produção para saber qual a próxima música ou o abandono temporário do palco, entre a quinta e a sexta música, tiraram o brilho do show de Amy em Florianópolis.
Ela ainda tem uma agenda cheia de apresentações a cumprir (duas no Rio, uma em Recife e outra em São Paulo). Caso repita o controle no palco, Amy terá feito uma turnê brasileira impecável. (Danilo Duarte)

PAI DE MARCELA DIZ QUE MISS TEMER É MUITO DISCRETA

Na pequena empresa de manutenção de motores elétricos, o sogro do vice-presidente Michel Temer é apresentado com humor:
— Esse é pobre porque quer. Só tem filha bonita. Podia virar reprodutor, igual a cavalo — brinca o amigo Élcio Gobatti.
Encostado ao balcão, o economista Carlos Araújo ouve resignado a brincadeira sobre a beleza da filha Marcela Temer. A família convive há sete anos com os comentários sobre o casamento da ex-miss Paulínia com Michel Temer, 42 anos mais velho. E, para se proteger, adotou a discrição. Araújo concorda em dar entrevista sem posar para fotos. E explica:
— Basta sentir o cheiro da fumaça para saber a madeira que está queimando. Conheço o Michel desde que eu estudava economia. Não me arrependi. Minha filha é muito feliz. Ela é simples, reservada e pé no chão. Sabe que é apenas a esposa do vice-presidente. As estrelas são a Dilma e o Lula — argumenta o economista, filiado ao PT.
Marcela pisou a passarela pela primeira vez em 2002, ao vencer o título de Miss Paulínia, uma cidade de 82 mil habitantes a 126 km da capital paulista. O concurso foi organizado pelo jornal “O Momento”, onde ela trabalhava como recepcionista.
Até então, a jovem obedecia ao padrão da filha de família de classe média paulinense. Nasceu numa rua de chão de terra e, de temperamento reservado, convivia com poucos amigos da Escola Estadual General Porfírio da Paz. No churrasco de lançamento de um candidato a deputado, conheceu Temer, recebido com status de celebridade. Em um ano, estavam casados.
Agora, a vice-primeira-dama Marcela Tedesch Araújo Temer, 27 anos, e o vice-presidente Michel Temer, 70, vão ocupar o segundo endereço mais importante de Brasília, o Palácio Jaburu. Há sete anos, o sonho de Marcela era ser modelo — um sonho interrompido pelo casamento.
A amiga de infância Tathiany Ferraz Pereira, 26 anos, lembra um episódio:
— Quando a gente ia brincar de imitar a Xuxa, ela era a mais produzida, se pintava, se arrumava. Ficava um tempão no espelho. Era e parece continuar muito vaidosa — diz Tathiany.
Hoje pai, mãe, irmão e irmã da beldade vivem numa casa confortável. Ela mora no bairro nobre de Alto de Pinheiros, São Paulo. Mãe de Michel, de 1 ano e 8 meses, Marcela tem a ajuda da mãe para cuidar do neto. Marcela é formada em Direito, mas nunca exerceu a profissão.
Apesar da tatuagem com o nome do marido na nuca, revelada na posse, a discrição é a característica de Marcela. A tatuagem foi feita, ainda antes do casamento, num estúdio de São Paulo, na companhia de Temer.
— Ele ficou todo o tempo com ela, enquanto eu fazia a tatuagem. Pareceram bem apaixonados — afirmou o tatuador Paulo Tattoo.

MOÇA COM DOENÇA RARA VIVE ISOLADA DO MUNDO

Uma doença rara impede que a adolescente Anária Patrícia Santiago, 15 anos, moradora do Bairro Goiânia, na Região Nordeste de Belo Horizonte, tenha uma vida considerada normal. Portadora do xeroderma pigmentoso, uma doença genética que afeta somente um em cada 250 mil nascimentos, a jovem não pode ter contato com a luz solar. A exposição aos raios ultravioletas leva estas pessoas ao envelhecimento precoce e ao desenvolvimento de câncer de pele. Causada por uma deficiência genética hereditária, a doença é considerada rara porque a criança precisa herdar o gene defeituoso do pai e da mãe.
Anária teve a doença detectada ainda em seu primeiro mês de vida, e desde então vive confinada dentro de casa. Os passeios se restringem a laboratórios e hospitais. Apesar de todas as precauções, o corpo da jovem está repleto de tumores. “Gostaria de ter tido um infância normal. Queria brincar com os meus amigos na rua, nadar, pular, cantar e dançar. Agora, só me resta a fé inabalável em Deus para vencer esta doença e correr atrás do tempo perdido”, contou a paciente, que perdeu um de seus irmãos, há cerca de três anos, portador da mesma doença.
Além disso, revela Anária, é preciso conviver com o preconceito. “As pessoas se esquivam, querem não olhar. Mas a gente percebe que elas sempre comentam. Até um motorista de táxi já recusou uma corrida por causa de minha aparência”, contou Anária, que faz uso de medicamentos apenas para controlar a dor que sente no corpo.
Segundo o chefe da clínica dermatológica da Santa Casa de Misericórdia da capital, Jackson Machado, a doença é caracterizada pela fotossensibilidade, com consequente precocidade do envelhecimento cutâneo, o que determina o aparecimento de lesões pré-cancerosas e cancerosas em idade jovem, sobretudo em áreas expostas ao sol. “Trata-se de uma doença de pele raríssima, causada por um defeito genético hereditário que afeta, irreversivelmente, o DNA das células da epiderme, que é a camada mais externa da pele”, explica o especialista, revelando que ainda não existe um medicamento para a prevenção da doença.
Ainda conforme o dermatologista, há um risco 10 a 20 vezes maior de pacientes com xerodermia pigmentosa também apresentarem cânceres em outras localizações. “Podem ocorrer problemas oculares e neurológicos”, esclarece Machado, que também coordena o curso de dermatologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Ele destaca que, por se tratar de uma herança genética autossômica recessiva, a doença não é contagiosa. (Fernando Zuba)