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OS BLOCOS DA HISTÓRIA
Como não mais se falou no “grupo independente” da Câmara Municipal, depreende-se que ele deixou de existir, ou nem chegou a existir, pois dele não se viu marca que pudesse atestar sua presença.
Indefinido ele era, pois se lançou insinuando disposição oposicionista, mas logo se reclassificou como “grupo dos descontentes”, que não se oporia à administração. Estaria, portanto, em cima do muro, em condições de “negociar” apoios. Embora não confessassem de público, seus componentes estariam imaginando que, assim, valorizariam seus votos.
Liderado pelo único representante do PT no plenário, não ficou claro em nome de qual PT ele estaria falando, já que o minúsculo diretório local, por sinal renovado no último fim de semana, abriga três facções, uma delas, pelo menos, situacionista. E também faltou explicar se os integrantes do grupo continuariam participando das prévias das segundas-feiras, no gabinete do prefeito, nas quais se esquematiza o posicionamento dos vereadores nas reuniões do Legislativo no dia seguinte.
De outra parte, também não se sabe ao certo se o prefeito Luiz Tadeu Leite levou a sério a manifestação do grupo, que, com sete componentes, poria fim à virtual unanimidade de que desfruta. Não sendo o bloco majoritário, seus votos não decidiriam votações, cabendo ao presidente da Câmara usar constantemente o voto de desempate. E o presidente da Câmara, pelo que tem demonstrado desde a legislatura passada, quando era oposição, utiliza métodos peculiares para decidir questões incômodas...
Pelo sim ou pelo não, a suposta tentativa de formação do bloco deve ter reavivado, na memória do prefeito, o chamado “grupo dos onze”, este, sim, de oposição, e de oposição ferrenha, que emparedou sua administração anterior. Gato escaldado teme até água fria, diz a sabedoria popular.
Liderado pelo vereador Ivan Lopes, esse grupo impediu que o Executivo aprovasse qualquer coisa na Câmara. Sendo maioria ( 11 de 21) e contando com forte retaguarda política, o “grupo dos onze” infernizou a vida do prefeito e influiu decisivamente para a eleição de Jairo Ataíde, no que poderia ter sido uma das maiores “viradas” da política local, não fossem as reviravoltas que a política oferece.
Na época, o então prefeito apostava todas as suas fichas no denominado projeto Soma, que previa recursos federais para a realização de obras tidas como das mais importantes para a cidade. Seria o equivalente ao que foi o projeto Cidades de Porte Médio para seu antecessor, o prefeito Antônio Lafetá Rebello.
Derrubado o projeto Soma, a administração entrou em parafuso, passando a pão e água durante o restante do mandato. Nem projeto de transferência de rubrica orçamentária era aprovado, levando o Executivo ao desespero, ao ponto de ter lançado mão de decreto para o fechamento de suas contas, o que constitui infração gravíssima. A Câmara recusou-se a aprovar a lei, que era o instrumento adequado.
O curioso nessa história é que essa oposição exacerbada e demolidora conquistou o poder, mas não conseguiu mantê-lo. Oito anos depois perderia a eleição para Athos Avelino e, ao final do mandato deste, para derrotá-lo, uniu-se ao antigo adversário, o mesmo Luiz Tadeu Leite, a quem combatera tão ardorosamente.
Mas não há termo de comparação entre o “grupo dos onze”, de estilo “xiita”, com esse insonso “grupo dos descontentes”. Principalmente porque a atual Câmara já demonstrou não ter maturidade e nem preparo, o que faz dela uma das mais fracas das últimas décadas. E é carente de respaldo político para sustentação de posições de envergadura, como foi o boicote total imposto pelo bloco “xiita” do passado.
- Joãozinho, qual é o seu problema?
- Sou muito inteligente para estar no primeiro ano, fessora. Minha irmã está no terceiro ano e eu sou mais inteligente do que ela. Eu quero ir para o terceiro ano também.
A professora, vendo que não vai conseguir resolver este problema, o manda para a diretoria.
Enquanto Joãozinho espera na ante-sala, a professora explica a situação ao diretor. Este diz para a professora que vai fazer um teste com o garoto. Como é certo que ele não vai conseguir responder a todas as perguntas, vai mesmo ficar no primeiro ano. A professora concorda. Chama Joãozinho e explica-lhe que ele vai ter que passar por um teste; o menino aceita.
O diretor pergunta para Joãozinho:
- Joãozinho, quanto é 3 vezes 3?
- 9.
- E quanto é 6 vezes 6?
- 36.
O diretor continua com a bateria de perguntas que um aluno do terceiro ano deve saber responder. Joãozinho não comete erro algum.
O diretor então diz à professora:
- Acho que temos mesmo que colocar o Joãozinho no terceiro ano.
A professora diz:
La cuestión de el Argentino
- Doctor, doctor, tengo un problema: no sé si soy homosexual y quiero saber si usted me puede hacer un test.
- Bueno, vamos a ver.
El médico le agarra un testículo y le dice:
- Diga noventa y nueve.
- Noventa y nueve.
El médico le agarra el pene y le dice:
- Diga noventa y nueve.
- Noventa y nueve.
El médico le mete el dedo en el culo y le dice:
- Diga noventa y nueve.
- Ayyy: uuuuuno... doooos... treeees... cuaaaatro...
- Quer casar comigo?
- Claro, majestade - responde a amiguinha dos Sete Anões.
Então o Príncipe Encantado tira o seu membro para fora e pergunta-lhe:
- Você sabe o que é isto?
- Seu belo pênis, meu Príncipe - responde Branca de Neve.
Desolado, o Príncipe Encantado continua a procura:
- Vou embora. Preciso de uma mulher inocente.
O Príncipe Encantado vai então à casa da Gata Borralheira e pergunta-lhe:
- Quer casar comigo?
- Claro que sim! - responde a bela enteada.
O Príncipe Encantado faz a mesma coisa feita com Branca de Neve, mostrando-lhe o membro:
- Você sabe o que é isto?
- Seu pênis viril, meu Príncipe! - responde ela.
- Vou embora. Exijo uma mulher casta para minha esposa - reclama o Príncipe.
Então o Príncipe Encantado encontra Chapeuzinho Vermelho na floresta e pergunta-lhe:
- Quer casar comigo?
- Claro, sua Alteza! - responde a mocinha.
Então, o Príncipe Encantado repete o ritual e pergunta-lhe, tirando o pênis para fora:
- O que é isto que trago aqui? pergunta a Chapeuzinho Vermelho.
- Isto é uma minhoquinha, meu Príncipe! - responde ela.
Maravilhado com a cândida e inocente Chapeuzinho Vermelho, o Príncipe Encantado casa-se com ela.
Na noite de núpcias, o Príncipe fala para Chapeuzinho:
- Isto que trago aqui é um pênis, meu amor.
Ao que ela retruca:
- Não, meu belo Príncipe. Isto é uma minhoquinha. Pênis era o do Lobo Mau...
Há muito, muito tempo, num reino distante, havia um rei que não acreditava na bondade de Deus. Havia, porém, um súdito que em todas as situações lhe dizia:
- Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito. Ele não erra!
Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O súdito conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão. Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse:
- Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.
O servo apenas responde:
- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; e que mesmo perder um dedo é para o seu bem. Tudo o que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!
Indignado com a resposta, o rei mandou prender o súdito.
Tempos depois, saiu para outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos. O rei já no altar e, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos
deuses.
Ao voltar para o palácio, o rei mandou soltar o súdito e recebeu-o muito afetuosamente.
- Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?
- Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor a essa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!
Por Tadeu Franco
...
O ANTICRISTO DE PIRAPORA
Ninguém senão Cristo
resiste ao sofrimento
ou sofre calado e perdoa
o responsável pelo tormento
isto eu falo e provo
acompanhe o meu pensamento
...
Quando chega a semana santa
na Capital e no interior
o povo mineiro encena
pelas ruas com muito amor
o sofrimento de Jesus Cristo
Filho de Nosso Senhor
...
De uma destas encenações
eu vou falar agora
sei que faz bastante tempo
e aconteceu em Pirapora
o moço que me contou
lembra ano, mês dia e hora
...
O vigário arranjou os atores
que foram bem preparados
Jesus Cristo, Madalena, Pilatos
Maria, o bom ladrão e os soldados
todos estes personagens
estavam bem caracterizados
...
Havia movimento nas ruas
e pro povo não atrapalhar
puseram um cordão de isolamento
onde o cortejo ia passar
da porta da igreja até o calvário
onde a encenação ia acabar
...
O soldado que batia em Cristo
era o ator Sebastião
que havia entrado na sacristia
antes do começo da procissão
e tomado mais de litro e meio
do vinho do capelão
...
Ao invés de representar
ele ia batendo para valer
e o Cristo reclamava baixo
para o povo não perceber:
“Bastião pára com isso
pois tá começando a doer”
...
Madalena com uma toalha
limpou o rosto de Jesus
que reclamou do cansaço
causado pelo peso da cruz
e pela força das chicotadas
que estalavam nos ombros nus
...
Madalena ouviu a queixa
e cochichou com o soldado:
“O Chico tá pedindo
procê bater maneirado
porque senão depois da festa
a barra pesa pro seu lado”
...
Na subida do calvário
ouviu-se o grito da multidão
foi um tremendo corre-corre
pra presenciar a confusão
Jesus Cristo largou a cruz
e se atracou com Bastião
...
Trocaram socos e cabeçadas
como lutadores num tablado
veio a turma do deixa-disso
pôs cada um pro seu lado
Bastião perdeu dois dentes
e Cristo não foi crucificado.
Resposta:
- A Morte da Princesa Diana...
Pergunta:
- Por quê?
Resposta:
- Uma princesa inglesa, com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill Gates), e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos em Taiwan, e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia.
Advogados não são fáceis, mas médicos às vezes são piores....
Um advogado, andando pela rua, viu uma placa que dizia: Clínica Médica: tratamos qualquer doença; resultado garantido ou seu dinheiro de volta em DOBRO.'
E pensou: 'Esses caras tão se achando espertos, vou enganá-los e ainda tirar uma grana.'
Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico o recebeu sorridente:
- Pois não, o que o traz até aqui?
- Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi meu paladar, não consigo mais sentir o gosto de nada; água, café, feijão, arroz.
E o médico:
- Ah, pois não.. Enfermeira, por favor, traga o pote número 13.
E veio o pote cheio de merda; o médico encheu uma colher e enfiou na boca do advogado.
- O que é isso? O senhor me deu merda?!! Tá maluco ???
E o médico imediatamente:
- Pronto, recuperou seu paladar, está curado!
O advogado saiu puto da vida pensando: 'O filho da puta me pegou dessa vez, mas agora tenho que recuperar minha grana. Dessa vez vou meter uma infalível.'
Dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e...
- Ora, ora, o senhor aqui de novo?!
E o advogado:
- Como assim, de novo? Quem é o senhor, quem sou eu? Perdi minha memória. O que estou fazendo aqui?
O médico sem pestanejar: - Ah, pois não, enfermeira, o pote número 13.
- O pote 13 de novo não, porra!
- Maravilha, recuperou a memória, está curado!
E o advogado, puto da vida...
"Levou meu dinheiro de novo. Não é possível!
Dessa vez não vou dar chance."
Uma semana depois lá estava o advogado novamente e....
- Mas vejam só, o senhor novamente! Em que posso ajudá-lo dessa vez?
- Pois é doutor, estou acabado dessa vez, perdi o tesão! Não tenho mais vontade de possuir ninguém. Vejo a Juliana Paes, a Flávia Alessandra, a Ana Paula Arósio e nada. Não tenho mais vontade nenhuma...
O médico pensou um pouco e solicitou:
- Enfermeira, o pote número...
- Se vier com essa porra de pote número 13 mais uma vez vou foder com o senhor, vou foder com essa sua enfermeira filha-da-puta... vou foder com todo mundo!...
- Pronto, já recuperou seu tesão! Está curado novamente!!!
Professor: - O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno: - Purê de batata, professor!
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Professor: - Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
Aluno:- Eu caminho... tu caminhas... ele caminha...
Professor:- Mais depressa!
Aluno:- Nós corremos, vós correis, eles correm!
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Professor: - "Chovia" que tempo é?
Aluno: - É tempo muito mau, professor.
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Professor: - Quantos corações nós temos?
Aluno: - Dois, professor.
Professor: - Dois!?
Aluno: - Sim, o meu e o seu!
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Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se:
- O 1º aluno diz: - Acordei tarde, professor! Sonhei que fui à Polinésia e a viagem demorou muito.
- O 2º aluno diz: - E eu fui esperá-lo no aeroporto...
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Professor: - Pode me dizer o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno: - Sim, professor. Um queijo e quatro vacas...
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Um aluno de Direito faz um exame oral:
Professor- O que é uma fraude?
Aluno: - É o que o professor está fazendo.
O professor, muito indignado: - Ora essa, explique-se!
Diz o aluno: - Segundo o Código Penal, comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!
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Professora: - Maria, aponte no mapa onde fica a América do Norte.
Maria: - Aqui está.
Professora: - Correto. Agora turma, quem descobriu a América?
Turma: - A Maria.
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Professora: - Joãozinho, me diga sinceramente, você ora antes de cada refeição?
Joãozinho: - Não, professora, não preciso... Minha mãe é uma boa cozinheira.
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Professora: - Artur, sua redação "O Meu Cão" é exatamente igual à do seu irmão. Você copiou?
Artur: Não, professora. O cão é que é o mesmo...
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Professora: - Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua falando mesmo quando os outros não estão interessados?
Bruno- É a Professora, professora...
O padre, no jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia, discursa:
- A primeira impressão que tive da paróquia foi com a primeira confissão que ouvi. A pessoa confessou ter furtado um aparelho de TV, dinheiro dos seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido uma doença venérea à própria irmã. Fiquei assustadíssimo. Com o passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com
sua fé, e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio.
Chega o prefeito para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre. Ele pede desculpas pelo atraso e começa o discurso:
- Nunca vou esquecer do dia em que o padre chegou à nossa paróquia. Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar...
Silêncio total.
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MORAL DA HISTÓRIA: Nunca se atrase!!!
Por Mário Quintana
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Meu Deus como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?
Vai escorregando...devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!