
Seqüestro
O delegado Farhat informou que o filho de um empresário foi seqüestrado no dia 12 de maio. Segundo a polícia, os seqüestradores teriam pedido R$ 57 mil à família no mesmo dia.
"Uma prostituta integrante da quadrilha fez amizade com o rapaz e um dia pediu para que ele a levasse visitar a avó dela no hospital. No entanto, era uma emboscada e ele foi levado para um cativeiro, onde aguardavam por ele três homens armados", disse Farhat. No dia seguinte, ainda segundo a polícia, os bandidos levaram a vítima até um matagal, às margens de uma estrada em Piraquara (PR), e deram dois tiros em sua cabeça.
"Acreditamos que eles desistiram do seqüestro porque acharam que a família tinha acionado a polícia. Como o rapaz já conhecia a moça e um dos seqüestradores, decidiram matá-lo", disse o delegado. Segundo a polícia, um dos projéteis transfixou o crânio e outro ficou instalado dentro do cérebro, mas o rapaz não morreu e foi socorrido por moradores do local. Três dias depois, o próprio seqüestrado procurou a polícia. "Do leito do hospital ele ligou para nós e começamos as investigações", afirmou Farhat. De acordo com o delegado, a prostituta que participou do crime foi assassinada pela quadrilha no mesmo dia em que a polícia soube do seqüestro. Os integrantes da quadrilha serão indiciados por extorsão mediante seqüestro, formação de quadrilha, tentativa de homicídio e podem ser condenados a mais de 50 anos de reclusão.
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